Tesão do homem moderno depende de “quantidade”

Para garantir potência sexual plena e constante, macharal precisa estar sempre sendo excitado e trocando de mulher a cada instante (muitas mulheres), pois se tiver só uma ou uma por muito tempo, não levantará mais e se levantar, ejaculará cedo demais.

pugilista-cheio-de-mulheresUma descoberta impressionante bateu à porta de pesquisadores autodidatas da sexologia e, embora com as reservas de proteção de menores e da solicitação de anonimato das fontes, este Site vem de divulgar uma de suas estarrecedoras conclusões, e escolhemos a mais palpitante; a saber, a de que o tesão (ou potência sexual) do macho mundano moderno não passa de um gatilho mental danificado, que o obriga a sentir desejo não pela qualidade da mulher, mas pela quantidade de mulheres e imoralidades propostas por aquelas que se arriscam a dormir com ele.

E esta história nem é desconhecida, a rigor, pelo homem aqui referido. Passa-lhe despercebida por causa de sua correria profissional, por causa de seu cansaço existencial ou por causa de sua “embriaguês” sexual, que é aquilo que o deixa literalmente hipnotizado pela onda erotizante da Mídia, que destruiu toda a privacidade do sexo e ofereceu um desejo doentio, não o desejo normal (criado por Deus antes de Adão e Eva pecarem) que busca a felicidade do cônjuge, e não apenas o seu prazer pessoal ou da mulher que aceitou transar com ele.

Na alvorada da Criação deste planeta, Deus estabeleceu o sexo como modus faciendi da procriação (o nome procriação deve ser entendido como “pró-criação”, isto é, ajudar a criar mais seres humanos, como objetivo final e maior do sexo) e com esse pensamento adicionou a ele uma série de requisitos para a sua fisiologia correta, dentre os quais se encontravam:

como-o-homem-pode-resgatar-seu-papel-inspirar– O desejo não seria constante; Pelo contrário, só surgiria quando a mente consciente, levada ao justo descanso de um dia de trabalho (o trabalho na época cansava mas não irritava), e após uma hora de intimidade com Deus, recebia dEle algo como uma permissão para galgar o infinito da Trindade, e com isso o desejo de união carnal aparecia sublime e simultaneamente no casal em oração, e ao final desta oração os corpos se uniam “quase sem querer”, inundados apenas pela luz divina que iluminava um mundo sem energia elétrica.

– Neste clima de culto especial da Trindade triplificada pela trindade humana do homem e da mulher, o orgasmo muitas vezes nem era produto de ejaculação (na época tanto o homem como a mulher ejaculavam – dizem que ainda hoje há mulheres que ejaculam), e sim, do extremo prazer da comunhão tríplice, implodida em ondas avassaladoras de gozo mental consciente e subconsciente, cuja intensidade era tão avassaladora que fazia os dois esquecerem, literalmente, que seus corpos ejaculavam quando gozavam.

– E tudo isso depois do ato compunha uma memória tão vívida e completa que suas lembranças de cada cópula perduravam pelo ano inteiro, e por isso o casal nem sentia necessidade de copular outras vezes durante o ano, mas cada vez que o faziam havia uma avalancha de sensações orgásticas estonteantes e crescentes, quanto mais comunhão gozavam com o Senhor e Salvador de suas vidas.

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A “justificativa” dos que querem o ménage é a “chatice”…

A chatice das mulheres (todas) faz com que nenhum homem ame de verdade e assim o que resta é o tesão, que acaba “substituindo bem” o amor pelo prazer “sublime” que traz. Pior: o mesmo fenômeno parece estar ocorrendo com as mulheres!

Menage-a-trois-2Recentemente fomos “sacudidos” pelo envio de pesquisa relatorial acerca da sexualidade na pós-modernidade, e ficamos pasmos com uma constatação assaz perturbadora: o macho moderno não sente nenhuma falta de amor, “Amor” no sentido verdadeiro e estrito, de sentimento profundo na alma e independente de situações de erotismo ou mesmo de proximidade física (há mesmo casos relatados de sentimentos que se intensificam com a ausência e a saudade!). A prova é tanta que é de um “macho heterossexual sadio” a célebre declaração, que já virou até “Frase de Caminhão”, a qual diz sem qualquer hesitação: “Amor mesmo só o de mãe!”.

A razão precípua de tal “desprezo pelo amor”, segundo um analista da pesquisa supracitada, segue por ele entendida como sendo resultado das convivências quase 100% problemáticas e sofríveis com o sexo oposto, a saber, a constatação efetiva e real de que aquilo que no passado se chamava de amor (segundo os pesquisados) nada mais era que uma submissão a alguma forma de “escravidão”, seja a ditadura da vontade do homem, da mulher, dos filhos, da autoridade civil ou até da autoridade religiosa!

Ou seja: todo o romantismo do passado, registrado nos anais da História como a realidade de lares felizes e amores eternos (ou que duravam até que a morte os interrompia), não passava de uma espécie de “ilusão consoladora” das desilusões e desencontros reais de vontade e personalidade, invariavelmente presentes em todos os lares, com as honrosas exceções de lares “autoritários” (se e quando havia alegria na submissão de um dos cônjuges, geralmente a mulher), geralmente cristãos ou religiosos de religiões ascéticas.

Padrão de beleza medieval-2Noutras palavras, é como se a Humanidade inteira tivesse assumido voluntariamente – e às vezes alegremente, como possuída por uma demência – o destino insípido de relações “frias”, onde o sexo quase nunca variava de posição nem de frequência, e os maridos e mulheres aceitavam isso sem questionar, como se aquilo fosse o mandamento da vontade de Deus! (Pior, as mulheres aceitavam isso não apenas por causa da religião, mas também por uma imposição da sociedade hipócrita da época; e os homens só aceitavam isso por possuírem vida dupla, a saber, o erotismo que não viviam com suas esposas era vivido com prostitutas de verdade, “conquistadas” em cabarés de verdade!): eis o retrato no mundo antigo, não tão antigo assim, pois até meados do Século XX esta era a realidade nua e crua, mais crua do que nua.

Com a chegada da modernidade, empurrada compulsoriamente pela mídia de massas (que só queria viciar o povo para vender mais propaganda e os produtos por ela veiculados), aquela mesma Humanidade “fria” foi levada a desconfiar e até a rejeitar os ditamos da Moral e da Ética, como se estas nada mais tivessem feito que “proibir” os prazeres da carne, e nesta pseudo verdade todo mundo esqueceu de todas as demais responsabilidades e controles absolutamente necessários à paz social e até ao futuro, assinalados em todos os manuais ético/religiosos do mundo inteiro.

E aí, após a chegada da Televisão sem censura e de suas co-irmãs impressas e antenadas, quando a sociedade inteira recebeu em seus próprios lares as cenas mais imorais da vida sexual desregrada, a patologia geral foi levando os olhos e depois as mentes a enxergar como verdade a mentira de que só o sexo de fato tem “graça”, e o amor é muito circunspecto ou formal demais para gerar “atração de qualidade” (vê-se isso aparentemente na música “Amor e Sexo” da Rita Lee, que também a compôs pensando em lucrar com o gosto já depravado da sociedade ou agradando à mídia imoral).

Deste ponto em diante até chegar à coisificação dos corpos e à descartabilidade do amor, foi preciso apenas um passo, a saber:

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O plano macabro para promover o sexo livre

Quase como um acordo “de cavalheiros”, os inimigos libidinosos da Humanidade urdiram uma trama macabra para azedar e arruinar o casamento e assim deixar a sugestão de sexo sem compromisso livre de quaisquer escrúpulos morais.

O que está por trás de uma orgiaApós longos e longos anos de estudo da antropologia, da psicologia e da teologia, pudemos coletar dados suficientes para afirmar e firmar o presente argumento, em complementação a tudo o que este Site (“Casamento-a-Três”) tem divulgado ao grande público. A conclusão final a que chegamos é impressionante, e, apesar de sua complexidade, poderá sim mostrar-se às claras para o mais leigo dos leitores, mesmo aquele que não crê em Deus, nem no amor, nem no casamento.

Imagine o leitor que este mundo foi criado a partir de um plano muito bem estruturado pela inteligência que criou o cosmos, ficando esta estrutura com uma única dúvida em sua perfeição, a saber, se a liberdade concedida iria desviar-se para o bem ou para o mal. A dúvida final aumentou após o ato de rebeldia de um agente celestial, que morava com o próprio Deus, o qual acabou enxotado para este planeta e aqui passou a fazer o ser humano correr o mesmo risco de Queda.

Após ceder à tentação da presunção de se julgar superior pelo direito de decidir as coisas livremente, o Homem passou a experimentar todo tipo de dificuldade e desgraça em sua vida biológica e espiritual, e seu próprio abandono tornara-se uma das únicas coisas capazes de lhe conduzir a um arrependimento (ou volta ao primitivo estágio de lucidez) e por isso ele perdeu também o contato físico com Deus. Restava-lhe o contato espiritual, mas este dependia de sua fé pessoal – danificada ou aniquilada pela Queda – e de sua paz interior, quebrada pelo exercício da maldade e pela constante aproximação da sugestão inimiga, chamada Tentação.

Como este artigo quer explicar e explicitar o plano macabro para promover o sexo livre, é de grande valia e utilidade levar o leitor a ver que todas as áreas do ser humano foram afetadas com a Queda, e aqui vão exemplos resumidos de cada caso, como se o leitor fizesse para cada um a sua pergunta respectiva. Seria assim:

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O que está por trás do desejo é muito pior do que ele…

Um artigo pesado sobre a questão do estupro coletivo ilumina uma área da sociedade até então soterrada na hipocrisia e na mentira, deixando expostos os piores sentimentos humanos (na verdade desumanos) aos olhos de todos, e nos fazendo, enojados, refletir sobre a frequente “inutilidade” das propostas de santificação da Humanidade.

Quem está por trás das orgias-4Atenção: A leitura deste artigo deve ser feita apenas após a leitura de um outro excelente artigo, que o leitor encontrará clicando NESTE link por nós sugerido.

Esta Agência tem se esmerado na reiteração de um tema assaz perturbador, a saber, a inexorável perversão humana da pós-modernidade, aquela centrada sobre o atual afrouxamento moral do mundo e sobre a insidiosa aceitação passiva da permissividade sexual, na qual tudo é aceito, tudo é degustado, inclusive a inclusão de crianças nas “rodadas” sexuais de adultos. Este site tem sido um verdadeiro arauto na denúncia da perversão sexual como prova da rejeição social da moralidade cristã, a tal ponto que nem é mais preciso acrescentar alguma coisa às dezenas ou centenas de artigos publicados neste mister. Inobstante e contudo, agora um novo e mais horripilante cenário descortinou-se diante de nossos olhos, a saber, a introdução de práticas violentas de penetração, expressão mais clara para estupros, sejam eles praticados por bandidos ou “aparentes cidadãos pacatos”.

Pior, as sevícias a que nos referimos agora já assumiram sua fisionomia mais diabólica, a saber, o estupro coletivo de indefesos, sobretudo mulheres mal saídas da adolescência, cujos infortúnios quase sempre escapam dos noticiários pelo medo da denúncia infligido pelos criminosos sobre suas vítimas. Não fossem raros espasmos de coragem desesperada, a sociedade hipócrita mal chegaria a saber de tais ocorrências, e o inferno marcharia incólume e vitorioso até sua apoteose sórdida!

Graças a essas poucas vítimas que abrem a boca contra toda a insegurança de que também é vítima num estado desgovernado e machista, nós temos a tristeza de saber e o dever de divulgar mais uma prova inconteste de que a Humanidade caminha para a barbárie, ou retorna para ela, ao invés de a estar reprovando e enterrando sobre toneladas de concreto (como faria se estivesse sendo devidamente evangelizada!).

Foi também devido a essas poucas vítimas corajosas que revelam seus momentos de terror que o articulista brasileiro (especialista em outros assuntos, mas ótimo divulgador de temas “insólitos”) Philipe Kling David publicou em seu Blog “Mundo Gump” uma matéria de peso, um texto portentoso sobre as “razões macabras” por trás do vício masculino de estuprar e violentar mulheres. Isto posto, este artigo do Ca3 deverá, tanto quanto possível, utilizar pensamentos – talvez até expressões – de David para espalhar o horror por ele explicitado, único sentimento extraível por quem tem o mínimo de saúde mental para lê-lo e entendê-lo.

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Programas modernos de paquera nada mais são que abismos voluntários

Estudando as várias notícias sobre “novidades” na paquerologia, este Site se vê atônito e até chocado com a quantidade de propostas socialmente benquistas de promover o sexo “coletivo”…

Caindo-no-abismo

Hoje em dia, agora, neste exato momento, já temos a certeza do que vamos afirmar aqui, a saber, que toda e qualquer oferta de “romance moderno”, mesmo admitidas possíveis exceções, não passam de uma cortina de fumaça para esconder a real intenção dos corações modernos: a mera curtição do prazer, sem que mais nada seja levado em consideração, ou como se as palavras AMOR VERDADEIRO nada mais significassem que uma “estória da carochinha feita para enganar babacas”. Nem sequer conseguimos imaginar qualquer assombro por tal declaração, como se todo mundo tivesse assumido a sua sinceridade infernal, ou aquela que autentica deliberadamente a malícia carnal, para não dizer coisa pior.

É claro que nos lembramos de agências matrimoniais cristãs e sites como o nosso, que têm, em teoria, pelo menos como meta e proposta, a união estável entre homens e mulheres de Deus, sob a supervisão das Escrituras Sagradas e suas respectivas igrejas. Ninguém pode negar que tais agências existem. O que não podemos dizer é que, no nível profundo dos corações humanos (tanto no coração dos dirigentes dessas agências, e muito mais nos corações dos seus afiliados ou inscritos), não esteja palpitando o mais íntimo e inconfessável desejo lascivo, que quase todas as noites habita os sonhos mais depravados que seus próprios sonhadores chamariam de “imoralidades”.

Por esta razão nós mesmos sabemos o quão difícil será convencer esta geração do milagre de pureza existente em qualquer grupo de pessoas interessadas em unir homens e mulheres na velha união heterossexual da Antiguidade, e isso simplesmente por uma questão de ordem, a qual poderíamos chamar de “contágio da descrença”. Raciocine assim: qual é o bebarrão que, em seu estado alcoolizado, vai se convencer que ninguém mais bebe como ele, e que, ao contrário, todo mundo no fundo gosta de encher a cara, apenas escondendo seu vício debaixo do tapete?! E por que todos os que bebem gostam de convidar outros para beber? Por que viciados de toda ordem querem aprovação social da maconha? Por que querem socializar seus vícios?

Paquera-na-escola-1Ora; o mesmo acontece com o sexo. Ninguém quer a cura: todos querem ver todos doentes para a quantidade vencer a qualidade! Todos acham que se todos forem promíscuos, a promiscuidade não poderá mais ser tachada de “pouca vergonha”, ou atentado à Moral e aos bons costumes. Talvez até possamos perguntar a nós mesmos: quem de nós não se sentiria mais seguro – e sem culpa – quando aquela adolescente safada vier ela mesma pedir sexo? Não é isso que alegam os estupradores? (I.e., que as vítimas os seduziram para praticar sexo?).

Enfim, a realidade sempre vence. Ela é mais dura e inacreditável do que pode supor a nossa vã filosofia e a nossa tão frágil ética! E por esta razão a realidade está, a cada dia, coroando de êxito e glória a verdade bíblica, que projetou para hoje, milhares de anos atrás, este quadro atual de degeneração, tão infiltrado em nossas veias que a Humanidade lutaria até o fim para manter-se doente, gostando e saboreando a triste fedentina de sua patologia sexual.

Para não deixar este quadro passar em branco sem um exemplo vivo, esta Agência Casamento-a-Três separou 3 casos emblemáticos desta realidade deprimente, os quais são tão popularmente conhecidos e benquistos que sua citação certamente será entendida como uma falácia ou presunção de nossa parte, sem contar o riso e a descrença geral. Mas vejamos o que norteia nosso argumento.

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Casamento-a-Três: uma luz no mundo e sal na terra

Diante de um ambiente tão corrupto e imoral, unir um homem e uma mulher com Deus continua sendo o maior desafio da Teologia Cristã e o maior marco transcendental na História humana.

Somos Sal da Terra e Luz do mundoPor todas as apostas possíveis e impossíveis e contra todos os prognósticos mais pessimistas, qualquer missão que inicie nos tempos atuais querendo seguir o modus operandi do Cristianismo Tradicional, aquele que tem no centro a Moral e a Ética, poderia considerar sua missão como suicida, exceto se não desejasse fazer discípulos para Jesus ou vislumbrar discípulos como João Batista, a saber, vendo-os chegar apenas no Reino de Deus aos milhares ou milhões.

E isto tem um fundamento assaz inefável na contabilidade cósmica, pois em toda a Terra, ainda que contadas no meio da cristandade, não se encontram nem mesmo igrejas que se devotem ciosamente a centralizar todas as suas missões sob o peso da Moral cristã, e assim o quadro atual é desanimador e frustrante, quando vemos as atuais denominações evangélicas a centrar suas ações e pregações sobre uma fé morta em Cristo, ou pior, sobre uma tal “Teologia da Prosperidade”, raras vezes se citando a Moral cristã para uma platéia imoral ou egressa da imoralidade.

Ora; não é de agora que se sabe que “até os demônios crêem e tremem”, e que sem uma vida santificada nenhum fruto proveitoso é colhido na Terra! Esta máxima é tão verdadeira que hoje em dia até as empresas põem seu foco sobre a ética, vendo o mal que a ausência desta causou na política, na economia e em todos os ramos da atividade humana.

Isto prova que a ausência da Moralidade não é uma coisa orquestrada para atingir basicamente um ou outro segmento do mundo, mas o mundo inteiro, culminando com a derrocada das igrejas frente à imoralidade que penetra sorrateiramente, invadindo primeiro os lares (através das novelas e da pornografia subliminar da propaganda), depois as consciências de jovens e adolescentes, e finalmente as igrejas, como objetivo maior e final do inimigo invisível de Deus.

Com efeito, não é à-toa que o mundo está como está, e de tal forma avançou na maldade que até mesmo os céticos estão a reclamar, desconfiando de que há algo errado neste abandono visceral da ética em todas as áreas da vida. Mesmo não crendo em Deus, os próprios ateus querem um mundo ético, pois os efeitos desastrosos da maldade são muito visíveis para se deixar de lado uma reforma que mude o caráter das pessoas. Embora raras, ainda se pode dizer que muitas almas querem mudança, mesmo que cada uma sempre parta da mudança do outro, e não de si mesma.

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“Casamento-a-Três”: Um ano de atividades

Na ensolarada Fortaleza, capital do valoroso Ceará, está em atividade uma Agência de Casamento especializada em relacionamento amoroso gospel, oferecendo ao povo cristão uma outra alternativa para o difícil quadro de desconfiança e descrença no Amor.

Catherine Heigl sopra velaAS DIFICULDADES

A exatamente 1 (um) ano, no dia dos namorados de 2015 (12 de junho), este Site iniciava suas atividades técnicas na Rede Mundial de Computadores, e hoje vê chegar o seu primeiro aniversário com algumas experiências bem enriquecedoras de sentido, bem como com algumas decisões tomadas ao longo do tempo, como meio de ajustar-se aos dias atuais, em sua difícil missão de orientar e inscrever pessoas interessadas em viver um relacionamento amoroso de qualidade, dentro das premissas do Evangelho de Cristo.

Este artigo vem pontuar justamente as nossas “descobertas” de ajustes de procedimentos num sistema recém iniciado, onde toda a infraestrutura pretendida com a nossa entrada na WEB despertasse um campo profissional onde contássemos com a colaboração de técnicos auxiliares, pagos na medida dos nossos vencimentos prolongados, visando deixar o Ca3 ao nível de competir, pelo menos, com alguns sites co-irmãos nesta linha de promover relacionamentos amorosos cristãos de alta segurança.

Amor Proibido-1Infelizmente não poderemos aqui divulgar nem uma coisa nem outra, pois tanto o nosso horizonte financeiro quanto o calendário anual nos foram sofríveis, e o site teve que continuar ativo sob uma equipe doméstica e quase sem tempo para uma outra atividade profissional, o que redundou num espaçamento absolutamente indesejável para nossa principal missão, a publicação de artigos de orientação sentimental e relacional. Pior, ao lado da ideia original de dar oportunidade para moças e rapazes cristãos de encontrar um meio seguro e decente de se envolverem para namorar, detectamos a existência há vários anos de outros sites de igual conteúdo (exceto no rigor de nossa exigência por uma ética bíblica) e com o mesmo modus operandi, a saber, inscrever homens e mulheres num sistema computadorizado de aproximação, de tal modo que um namoro entre eles constituiria o mais aproximado possível do cumprimento da vontade de Deus, uma vez que funcionaria sob o mais alto rigor moral das Escrituras Sagradas.

Isto posto, tivemos que repensar toda a razão de ser de nossa iniciativa, porquanto os próprios meios de enfrentar este desafio estavam a depender de uma deficiência que os demais sites certamente não enfrentaram (ou não mais possuem), e a partir de então passamos a contatar especialistas no negócio online para dirimir dúvidas e questões cruciais, e até agora nada nos foi apresentado como uma luz no fim do túnel, o que nos obrigou à seguinte conclusão:

Os sites que oferecem cursos e ajuda para sites iniciantes não têm tempo ou não trabalham dando muita atenção a sites em formação, e geralmente operam em função da crença preliminar de que o empreendedor deve ser alguém com dinheiro suficiente para bancar suas despesas de implantação, e por isso adiantam lições ou se recusam a perder tempo com quem não lhes pode bancar regiamente, e assim os sites recém nascidos mínguam a espera de uma “mão” ou de uma “mãe” que não vem.

Em termos práticos, um site iniciante, criado por alguém que tinha apenas esperança e confiou nas propagandas exacerbadas de sites de ajuda a quem quer ser um empreendedor online, jamais conta com uma AJUDA DE VERDADE, isto é, que um outro site – especialista em marketing digital – ponha à disposição do iniciante uma equipe ou um técnico capaz de “tirá-lo” do atoleiro da ignorância informática ou do medo de investir seus parcos recursos e fracassar, e assim os “novatos” se quebram ou desistem, exceto quando há uma “sorte misteriosa” chegando em sua vida, e com esta uma oportunidade de angariar seguidores ou parceiros de empreitada.

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Não existe perdão algum SEM arrependimento, nem em Deus

Ao autorizar padres a perdoar mulheres católicas arrependidas por fazer aborto, o Papa Francisco traz de volta a doutrina do pecado, a qual impõe a justa contrapartida do arrependimento como condição sine qua para o perdão, mesmo para o perdão divino.

Maria Madalena e os juízes da Lei2E o mundo tem errado bastante neste mister: a pós-modernidade tresloucada abandonou de tal forma a Moralidade que nunca expressa uma condenação ao pecado, sobretudo se ele for de ordem sexual, pois para ela não há nada de errado na sexualidade, exceto na pedofilia e noutras doenças, antes que “repense” sobre elas e deixe de condená-las também, como parece evidenciado NESTA entrevista chocante.

Mas o exemplo número um desta realidade é o Caso Bíblico de Maria Madalena. Nunca esta sociedade atual observa Madalena e aponta para o seu pecado, acentuando apenas o fato de que o próprio Jesus não a condenou, ou seja, aponta apenas para uma meia-verdade. E, a rigor, parar por aqui seria diplomático, polido e até bem ponderado, porquanto condenar uma jovem bonita que simplesmente não resistiu aos seus instintos sexuais – a carne é fraca, o próprio Cristo reconheceu isso – e atirou-se aos braços de um cara tesudo que fez de tudo para dar-lhe momentos de prazer, enfim, que mal há nisso? É assim que esta sociedade hedonista raciocina, e nada além disso.

Porém a Humanidade inteira esqueceu-se de que cada ser humano que a compõe não constitui um ser material que contém em si uma alma, mas sim, que é um ser espiritual inserido num corpo físico, e este é tão frágil e efêmero que às vezes não ultrapassa a primeira infância e já bateu as botas com a primeira infecção que seu corpinho contraiu.

Crucificado na chuva1E sendo assim, afastada toda ignorância acerca da infraestrutura interior do ser humano, e com plena consciência de que somos uma alma revestida de carne, o mais lógico para caracterizar o animal racional que nós somos é resolver a pendência cósmica que contraímos com o nosso Criador, chefe e proprietário exclusivo de nossa vida, pois, além de ter sobre nós todo direito criacional, Ele também pagou por nós um preço elevadíssimo, sofrendo a morte e morte de cruz, sem merecer quaisquer dos sofrimentos que os nossos pecados O infligiram ao longo de todas as “estações” da chamada Via Sacra!

Com efeito, se tivermos o juízo perfeito e saúde cerebral, o mais lógico seria buscar primeiro o Reino de Deus e deixar tudo o mais pra depois, porque nada nos cobrará satisfação mais pesada e mais dolorosa do que nossa própria rebeldia à vontade de nosso Dono. Buscar primeiro o Reino de Deus é se resolver com Ele, ou fazer as pazes com Ele, garantindo um advogado de respeito (I João 2,1) para nos livrar das penas merecidas por nossa infidelidade. É isso que está escrito e é isso que se cumprirá…

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Três dicas para o “Casamento-a-Três” em tempos de Internet

Embora já tivéssemos oferecido ao nosso público artigos sobre paquerologia na WEB, o assunto obviamente está sempre em evidência em nossos dias, e por isso voltamos a ele.

O amor nos tempos da Internet-1Hoje em dia o mundo inteiro está conectado e é praxe as pessoas reverem amigos(as) e pessoas especiais através das inúmeras redes sociais disponíveis. Claro que ter amigos não é nada ruim para a vida de um casal; contudo, é preciso tomar certos cuidados com as amizades, porque infelizmente nem sempre podemos saber antecipadamente as verdadeiras intenções daqueles que se aproximam de nós.

Neste post listaremos alguns cuidados vitais para as pessoas casadas e ativas nas redes sociais, para que seus contatos não sejam um estopim para discussões, intrigas e até mesmo brigas feias. Portanto, se você possui uma conta em alguma dessas redes, acompanhe o artigo e não se esqueça de que essas dicas descritas abaixo servem não apenas para as mulheres pouco experientes, mas também para os “marmanjos manjadões”.

1 – Tenha somente amigos decentes e nada mais

Não era amor, era ciladaÉ uma coisa extremamente complicada manter relacionamentos via Internet sem pontuar a questão do estado civil solteiro e da amizade exclusiva, deixando claro que a amizade está acima de tudo e que só falsos amigos tentariam algo além daquilo. Temos que ter esse cuidado porque muita gente acaba buscando nas redes sociais aquilo que está fazendo falta em casa, e nem sempre busca em relacionamos com casais casados no padrão cristão. Logo, na Internet sempre poderá aparecer alguém cujo cônjuge não lhe diz nada agradável, e assim a sua palavra neste caso deve ser fria e até meio “impolida”, para que o(a) outro(a) perceba que você é bem casado(a) e nada mais deseja que a felicidade daquela pessoa no atual relacionamento dela. Nada, portanto, que possa causar confusão de sentimentos e desejos ocultos, não dando ao diabo ocasião para destruir casamentos de terceiros.

Pior, isto é tão sério que, geralmente, quando não estamos bem em nosso casamento, às vezes sem querer deixamos transparecer palavras e sentimentos infelizes, que terminam por indicar o caminho das pedras e o(a) outro(a) então vai e se insinua, começando por dizer que “também sinto isso em meu casamento”. Basta que um dos dois diga isso e as portas do mal se abrirão! E pior, nosso parceiro poderá sentir estranhas inseguranças e começar a desconfiar de tudo a partir de suas próprias inquietações, e aí, com certeza, ele/ela ficará à espreita de qualquer falha de nossa vigilância!. Por isso, atente-se para cada conversa com seus/suas “amigos(as)” e, caso perceba alguém tentando lhe passar uma cantada, corte imediatamente (se não tiver sido suficiente uma cortada gentil, corte com grossura mesmo!). Isso só trará pontos positivos e confiança para o seu relacionamento.

2 – Adicione amigos, nunca paixões antigas!

O amor nos tempos da Internet-3Adicione apenas velhos amigos de tempos de escola, faculdade, futebol, trabalho, bailes, etc., mas nunca velhas paixões interrompidas pois, em determinado momento, elas poderão trazer à tona antigas lembranças que, caso seu cônjuge chegue a ler ou ver, poderá causar grandes perturbações nele(a). Se seu casamento estava bem, isso poderá arruinar a sua paz com seu cônjuge e com Deus. Se estava mal, pior, pois isso poderá fazer um dos lados achar que está esfriando e que merece uma traição.

Atenção, repito: Ter uma mera amizade com uma antiga paixão pode arruinar até mesmo um bom casamento (um “Casamento-a-Três”), ainda mais quando um dos lados “se invoca” com a atitude do parceiro e prefere deixá-lo fazer o que bem quiser. A distância de um então aumenta a distância do outro: pode crer que isto é um círculo vicioso perigoso e contrário à vontade de Deus. Saia dessa maré com urgência.

3 – Nunca fale mal de seu casamento nas redes

“Roupa suja se lava em casa”, já diziam os antigos, e agora na Internet se diz “roupa suja se lava off-line”. Não utilize as redes sociais para jogar indiretas para a pessoa que está ao seu lado, jamais! Prefira mil vezes sentar-se ao seu lado e conversar seriamente a respeito do relacionamento, pois ali vocês dois podem ficar de joelhos e ouvir a Deus.

O amor nos tempos da Internet-2Quando colocamos nossa vida particular nas redes sociais, damos abertura para todo contato mal intencionado se aproximar de nós, justamente por nossas carências. As redes sociais são verdadeiras gaiolas de abutres, ávidos para comer carne abandonada! Pior, na maioria dos casos, muitos espertinhos se aproximam com segundas intenções inconfessas, as quais, depois de terem siso saciadas, simplesmente ignoram a vítima e continuam sua vida de conquistas, sem se importar com o futuro da pessoa que deixaram arruinada! Como dizia Shakespeare, tais pessoas são verdadeiros “demônios do coração de mármore”, cuja única função é destruir lares e corações em busca de satisfazer apenas a sua fome de sexo e vaidade pessoal.

Por tudo isso, tome todo cuidado com os contatos que adiciona: se for alguém que foi importante para você, tome muito mais cuidado ainda. Prefira pessoas que se tornaram boas amigas justamente por terem honestamente recusado para si mesmas envolver-se com qualquer pessoa comprometida com Deus; ou por serem tão discretas e reservadas que você nunca nem soube de alguém que as tivesse interessado; ou pessoas que sempre deram continuidade às suas vidas pessoais independente de você existir ou não, e que hoje lhe veem apenas como mais uma lição de experiência para enriquecer seu currículo espiritual.

Contudo, não estamos dizendo que você deve fugir das redes sociais como o diabo foge da cruz! Não! Estamos dizendo que a Rede é mais um daqueles labirintos onde todo cuidado é pouco, e onde a vida não está iluminada como num relacionamento conjugal doméstico, onde cada fala é acompanhada da respectiva emoção no rosto. Ou onde você pode ver e beijar aquele rosto, tão amigo que subiu ao altar por você e com você, e jurou perante Deus e o mundo lhe respeitar e lhe amar até que a morte lhes separe.

 

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As duas grandes frustrações de um casamento

Parece um bosque florido, que pode exalar o perfume inebriante da Natureza, mas também pode conter a serpente venenosa da amargura. Um casamento, por mais espiritualizado que seja, sempre carrega seu veneno ou sua fera, e os casais bem intencionados precisam estar atentos às armadilhas do destino.

Rotina=Maior-problema-entre-casaisA vida humana é, apesar de conturbada pelas nossas inabilidades e iniquidades, algo muito interessante, pelo menos a título de estudo. Ora vejam só: conhecemos uma pessoa um dia; depois nos apaixonamos; depois passamos a fazer parte da vida dela e a compartilhar tudo o que nos permitir a nossa confiança. Com o passar dos dias, meses e anos, vamos nos sentindo cada vez mais ligados àquele ser (que ainda nos é virtualmente desconhecido!) e temos a clara impressão de que ali está a pessoa perfeita para darmos o passo seguinte: o Casamento.

Conversamos a respeito disso e descobrimos, para nossa felicidade, que nosso parceiro pensa como a gente e deseja o mesmo que nós, i.e, ficar do nosso lado até que a morte nos separe. É romântico pensar deste modo e, acreditem ou não, é extremamente necessário continuar pensando romanticamente. Contudo, neste mundo-cão, muitas pessoas casam já pensando na possibilidade de se divorciar, e até arranjam de última hora um tal de “contrato pré-nupcial de separação de bens”, contra o qual esta Agência se levanta ferozmente.

Se isso acontece com o leitor(a), se você já tinha em mente esta idéia do contrato pré-nupcial, atente para o que você verdadeiramente sente. Porquanto não podemos iniciar uma caminhada de amor já programando a saída para um caminho sem volta! É preciso ter consciência de que o sucesso de qualquer relacionamento depende exclusivamente de nós, e, no caso de um casal cristão, depende de Deus. Logo, ter uma boa conversa nos inícios da relação, talvez antes mesmo de começar o namoro, é o procedimento apropriado para evitar todo tipo de situação como esta. Porque sem compreendermos bem o(a) parceiro(a), não existe milagre capaz de ajudar a quem já inicia um namoro num regime de desconfiança peremptória.

Porém, digamos que este não é seu caso e que você fará de tudo para que seu casório siga até que a morte os separe, como pede a Bíblia. Mas então você percebeu, depois de alguns ou de muitos anos, um certo distanciamento ou “esfriamento” do cônjuge. Sem dúvida isto é algo frustrante… e, com efeito, SE havia alguma dúvida sobre a hora em que a Palavra de Deus deveria entrar em ação, esta é a hora exata! (Muitos casamentos acabam por causa de frustrações como essas, pois elas possuem a capacidade de corroer nosso ânimo e desfazer tudo aquilo que sentíamos ou sonhávamos, nos fazendo acreditar cegamente que tudo desmoronou como se fosse um castelo de cartas). Isto posto como exemplo, vejamos aqui as duas maiores frustrações ou faltas que o(a) parceiro(a) produz: a falta de carinho e a falta de intimidade (que são coisas bem diferentes). Vejamos.

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