O que espanta não é ter perdido o pênis, é COMO perdeu…

Na esteira das mais diversas “loucuras” sexuais divulgadas na modernidade, figuram casos escabrosos já comentados por esta Agência, mas aqui apresentamos a prova cabal de que o ser humano de fato está com uma estranha anomalia em seu instinto sexual, a saber, seu total descontrole.

conferindo-a-ausencia-de-penisNuma notícia que para a maioria soa como coisa jocosa, esta Agência vem comentar um fato para nós extremamente triste, no sentido de que prova a completa perda do controle mental sobre o instinto mais básico da criatura humana, o instinto sexual ou de procriação. Lembrando a velha noção da igreja e da Bíblia Sagrada de que “a carne é fraca”, é triste e aterrador constatar que a inteligência supostamente evoluída do homo sapiens sapiens chegou ao Século XXI subjugada pela mais baixa emoção, uma emoção animalesca, aquela que proporciona um prazer iniciado na epiderme do pênis e concluído no cerne do cérebro, quando este interpreta o toque epitelial como prazer. E pior, nada indica que as coisas estão melhorando, pelo contrário, a pós-modernidade parece ter erigido o prazer sexual como a única via viável da felicidade, a saber, o perfeito antídoto da depressão, da neurose e de outras psicopatologias comuns no nosso tempo.

Refiro-me a um rocambolesco caso – mas nada de raro – em que um homem já bem adulto (ele tem hoje mais de 50 anos!), dizendo-se ‘carente’ de uma mulher – ou de qualquer orifício (vide ESTE vídeo do StudioJVS), procura uma “garrafa bem gostosa” – deve ser aquelas de “leite”, de boca mais larga (vide foto abaixo) – e, antes mesmo de iniciar a ereção, começa a “pinar” na garrafa até o pênis engrossar e endurecer e… tchan-tchan-tchan… ficar preso ou ‘colado’ dentro do vidro! Depois de tal loucura, talvez nem o orgasmo tenha valido a pena, pois o terror de não poder mais sacar fora o pênis, e o risco de tentar fazer isso e quebrar a garrafa com lacerações impensáveis, o marmanjão se sentiu envergonhado e tomou a pior atitude: não procurou ajuda e não contou a médico nenhum, pela óbvia vergonha que sua situação de ‘carência’ inspira em todos nós. Resultado: pela mera busca de um simples orgasmo, perdeu o seu órgão mais precioso, ou mais precioso para quem tem no pênis a sua única fonte de felicidade! Chocante não?

eu-sou-a-garrafa-gostosa2

Certamente ESTA não foi a garrafa que aquele maluco usou, para seu bilau ficar preso.

Porquanto o choque de uma notícia dessas (veja AQUI), que para a maioria choca pela loucura de uma tara deste tipo, e para o restante choca pela incompreensível carência de sexo (afinal hoje em dia, as próprias mulheres já ficaram tão paranoicas que muitas delas sem dúvida se prontificariam a “ajudar” tal mancebo em sua solidão, e muitas até gostariam de experimentar uma transa com um tarado desses!), chega para nós com a bofetada paralisante de comprovar o total descaminho em que se encontram as almas desta geração, para quem a simples passagem de esperma pela uretra põe em risco a própria vida do indivíduo, mesmo estando o mundo a oferecer-lhe as mais variadas experiências!

Pode-se também lembrar que assim como na política se disse “a esperança venceu o medo”, aqui se viu que “uma tara moderna vence o medo”, como se sexo fosse tudo o que existe, e qualquer outra opção é rejeitada como um convite ao suicídio. Enfim, o exagero na escalada da depravação aqui chegou ao seu limite final, e talvez nem mesmo os mais espertos demônios chegavam a acreditar que o ser humano mergulhasse tão fundo no vazio, e por isso o pênis engarrafado é um “presente dos deuses do erotismo” aos mais descrentes demiurgos do inferno.

Agora então, com esta prova da total degeneração alcançada na sociedade inteira (após décadas e décadas de bombardeio erótico midiático), o destino das almas humanas está por um fio, no sentido de concluir-se íntima e socialmente a construção do elevado muro da rejeição a Deus, fechando todas as portas para a luz do Céu entrar e salvar. Noutras palavras, a continuar como está, a sociedade inteira não conseguirá sequer “ouvir” a voz do Salvador no meio das trevas, e se ouvir alguma coisa, não terá mais força alguma para abandonar o ilusório caminho do prazer então vazio, já que não terão mais corpos para o gozo carnal. E serão como meras massas amorfas a revolver-se num lamaçal fedido, com todas as suas energias anímicas vendidas ao processo de sucção energética dos maus espíritos, vampiros de almas. Esta advertência ficou bem clara em CS Lewis, sobretudo em livros como “The Great Divorce” (“O Grande Abismo”), onde as almas são mostradas desnudas perante os olhos dele, num sonho lúcido permitido por Deus.

Daniel PereiraTrazendo a notícia para a realidade presente, o que aconteceu com a inteligência humana que venceu todos os desafios da Evolução das Espécies, inclusive a luta pela sobrevivência perante feras e bestas-feras terríveis, levando o Homem à evolução tecnológica de nossos dias? Neste momento só uma dedução faz sentido: o Homem a rigor nunca desejou evoluir para morrer nos braços de instintos superados pela Evolução Mental, e todos nós no fundo desejávamos crescer e galgar as estrelas, até para poder curtir prazeres muito mais elevados, como os da paranormalidade e da trancendência! Afinal, ESTE era de fato – e acho que ainda é – o sonho de todo espírito potencializado por Deus, já que o Senhor sempre desejou o crescimento inexorável de suas criaturas, o qual CS Lewis explicou com aquela famosa sentença divulgada na sua Trilogia Espacial: “Conduzi todas as naturezas à perfeição”, indicando que até os mais pequeninos seres vivos, como ratos e esquilos, estão no plano evolucionário do Criador, para elevar toda a sua Criação a patamares transcendentais.

O que deu errado então? Ora. O mais provável (sem usar necessariamente a Bíblia) é que algum outro ser tenha se interposto entre o Homem e Deus, e com isso se sabe de imediato que tal ser não podia ser BOM, já que se levantou contra a bondade do plano de Deus, como se sentisse inveja da Evolução transcendental prometida para todas as criaturas!

Então cabe a pergunta: o que podemos fazer para vencer tal espírito mau e voltar aos domínios de Deus? Ora; é exatamente isto que tem feito esta Agência, a saber, alertar e orientar cada leitor nosso a olhar para dentro de si e procurar ver ATÉ ONDE a depravação midiática lhe influenciou, ou até que ponto você trocou sua paz interior por um pífio prazer que pode até lhe tirar a felicidade eterna! Porquanto não é possível que você tenha sucumbido a sua Inteligência ou tenha erradicado a sua massa cinzenta para a pobre recompensa da carne humana, cujo maior prazer depende da sensibilidade de sua pele e da capacidade de interpretação de seu cérebro, ambas frágeis realidades a mercê das intempéries e das forças entrópicas da natureza física!

nativity-maryjosephÉ como na história do homem que trocou o Paraíso por um guisado de lentilhas, e a história do outro que trocou um emprego de concurso para se aventurar a cantar na noite e terminou “dormindo no banco da praça”. Nossa inteligência, pois, precisa honrar seu Criador, a maior inteligência que existe, e que jamais cometeria a burrice de criar um burro que não evoluísse! Afinal, os burros também evoluíram quando transportaram Jesus pelo menos duas vezes, e jamais serão os mesmos burros quando forem chamados ao grande Juízo! Neste caso das taras animalescas que infestam nossa alma, será muito melhor assumir a burrice dos burros que levaram Jesus do que a burrice da “garrafa gostosa cheia de esperma”.

Finalmente, o instinto sadio foi aquele que Deus criou e preparou para nos apresentar uma única mulher decente, com a qual nosso instinto sexual poderia funcionar direito, e ainda nos dando a recompensa de um prazer que, potencializado pela fé e pela oração, poderia levar nossa consciência a experimentar um orgasmo literalmente sublime, com a promessa de um “gozo” muito maior a ser vivido na posteridade. E aqui, como nos ensinaram nossos pais, a pressa é inimiga da perfeição, literalmente, pois a posteridade será muito mais bem vivida por aqueles que experimentaram, dentro dos limites da paz e da sensatez, as recompensas individualizadas de cada prazer terrestre. Que a história da “garrafa gostosa” entre em nossa consciência como entrou a educação de nossos pais.

 

Sobre John Valente

Prof. John Valente - Especialização: relacionamento conjugal cristão; Formado em Administração de Empresas e Teologia, especializou-se em Ciências da Religião, e participou de diversos cursos e treinamentos na área de relacionamento conjugal, inclusive o Seminário de Relacionamento Afetivo da “Agência de Casamento” que lhe apresentou à sua esposa.
Esta entrada foi publicada em Casamento. Adicione o link permanente aos seus favoritos.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

*

code