O inferno chegou: até igrejas estão relativizando o divórcio

Eis aí mais um sinal de apostasia e do fim do mundo! A mensagem líquida e certa do Evangelho, a saber, que o que Deus uniu o homem não separe, está agora mais uma vez alterada e adulterada para agradar as massas de depravados da pós-modernidade, os quais estão até mesmo nas igrejas…

Igrejas relativizam divórcioA ideia de Deus era que uma criação de seres carnais espiritualizados pelo Espírito Santo pudessem seguir a santificação do coração de Deus, como tudo que toca o Espírito Santo fica santo, e tudo o que é santo vem dEle. Este era o plano original do amor de Deus e o mesmo já tinha dado provas de funcionar muito bem, pelo menos em ambientes de quatro dimensões, onde a carne é mais sólida e o espírito mais poderoso psicologicamente.

Outras orbes onde Deus produziu a vida em três dimensões também já tinham dado provas de que a santificação é possível, mesmo quando o inimigo pôde lutar para infiltrar-se, como ocorreu num planeta de cor sépia, desvelado na literatura cristã de ficção. A manutenção da obediência e sobretudo o respeito à regra rigorosa da educação cristã para as crianças venceu a batalha, e por isso nenhum habitante de “Sépia” envergonhou a si mesmo e a Deus.

Anjo do mal desceu entre nósNo planeta Terra as circunstâncias não ajudaram muito, porque aqui o nosso próprio “guarda-luz” maculou-se em favor da Escuridão, levando a Queda a seus assessores diretos. Com o próprio “governador” em pecado, e como diz o padre Jonas Abib, “quando o sino pequeno bate, o grande já bateu”, não foi possível evitar a Queda da nossa raça, e assim toda a ordem do amor divino foi desvirtuada nos corações humanos, passando a vigorar o reino da desconfiança e do divórcio, e a santificação foi pras cucuias.

Depois da Queda, tudo o mais que se propõe e se faz está sob regime de errância e imperfeição, e por isso nenhum padrão divino perdurou, formando uma sociedade doente e cheia de desordens, orando pela sorte de ver se alguma coisa acaba bem. A entropia ensejada pela onda de desobediência trazida desde a primeira criação agora impera soberana, e não é à-toa que os relacionamentos amorosos são tão efêmeros quanto os orgasmos, em comparação com o que havia e que há nos ambientes incontaminados da santidade celeste.

Divórcio em frente da igrejaEm vista da vergonha desta situação terrestre, muitas igrejas cristãs atuais, após constatarem seguidamente o crescimento assustador de separações e divórcios, começaram a refletir e questionar a realidade presente nos lares cristãos, pois até estes estavam a bradar o desespero da incompatibilidade, porquanto nem homens nem mulheres tinham mais qualquer tolerância para com um ideário contrário, e assim os divórcios nasciam a partir da mera discordância de opinião, sem falar da ignorância moral e bíblica que, a rigor, impera em segredo familiar (nem mesmo a boa imagem da igreja e a dor das crianças eram levadas em conta!).

Como a ignorância bíblica e moral sempre levam para o egocentrismo e o descontrole emocional, os casamentos que iniciaram o ciclo vicioso de rixas invariavelmente iam de mal a pior, culminando com ações ocultas de desespero, ao fim das quais sempre pintava uma mentira, uma infidelidade ou um ato de violência, que o tempo se encarregava de ampliar e de tornar insuportável. Após esta etapa, o casal sempre combinava uma separação, quando esta já não ocorria sem qualquer combinado.

Pior, o quadro aqui exposto se alastrava feito doença contagiosa, e as incongruências e incompatibilidades se mostravam já insuportáveis na juventude, produzindo namoros incertos e relações frágeis, mesmo no meio cristão. Resultado: todo o clima ruim do jogo do amor mundano passava a imperar nas igrejas, e assim o diabo possibilitou a que as meninas cristãs pensassem bem de jovens mundanos e vice-versa, e os caras do mundo passaram a ter muita chance com as moças crentes e vice-versa: o caos tomou conta de tudo.

Nós casamos na IgrejaDito e feito. A derrocada moral da cristandade provou-se verdadeira do pior modo possível, a saber, a onda de separações entre pastores e pastoras, que não mais possuíam qualquer escrúpulo ético para com a boa imagem do Evangelho (não respeitando nem mais o próprio título de pastor/pastora), admitindo publicamente o divórcio e contaminando toda a congregação pelo mau exemplo dos líderes.

Neste mister, até uma denominação como a “assembleiana”, das Assembléias de Deus, caiu diante dos fatos, e aprovou documento estatutário (veja AQUI) onde o divórcio de pastores é permitido, e pior, com a permissão de validade para novas núpcias, não respeitando nem mais a palavra de Jesus que chama de adúlteros os ex-cônjuges que entram em novos casamentos, golpeando de morte o rigor da santificação necessário à fixação da Moral Cristã neste mundo pervertido. É o fim do mundo!

Não bastasse o apelo eterno de Deus para que moças e rapazes cristãos só enveredem pelo casamento na perfeita certeza de o mesmo ter sido obra e graça de Deus (porque o Homem não pode separar o que Deus une, como diz a Bíblia e a Igreja), agora os jovens consagrados não contam mais com o bom exemplo dos pastores, e assim eles também se encontram, mesmo dentro das igrejas, do jeito que Jesus lamentou, a saber, que são como ovelhas que não têm pastor! Triste, tristíssima época, esta nossa! Que Deus tenha pena de nós!

Sobre John Valente

Prof. John Valente - Especialização: relacionamento conjugal cristão; Formado em Administração de Empresas e Teologia, especializou-se em Ciências da Religião, e participou de diversos cursos e treinamentos na área de relacionamento conjugal, inclusive o Seminário de Relacionamento Afetivo da “Agência de Casamento” que lhe apresentou à sua esposa.
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