Namorar ou ficar? O que propõe a Bíblia?

Analisando à luz da Bíblia a questão do atual jogo da paquera, no qual está em disputa a Tradição (do namoro sério) e a depravação, que seduziu a adolescência quase-infância a sair beijando sem controle, como se cada encontro fosse o último e cada beijo uma despedida… Namorar-ou-ficar8 (1000 x 478)

A modernidade tem a insidiosa capacidade de modificar sentidos, sobretudo de palavras que lhe interessam para implantar ou ampliar a depravação da sociedade. Uma das palavras que a modernidade prejudicou seriamente (embora fê-lo comicamente), foi o verbo “ficar”…

…cuja ideia foi capturada sob o intuito de encontrar uma expressão que nem “ferisse” os ouvidos dos mais velhos, nem deixasse escapar nenhuma das safadezas que a malícia midiática sugeria para levar crianças e adolescentes ao erotismo e ao sexo precoce.

Porquanto FICAR não diz nada do que de fato quer dizer o jovem quando “inocentemente” (entre aspas) diz para a mãe que ficou com fulano ou fulana; e também, ao mesmo tempo, FICAR diz tudo o que de fato o jovem pôde esconder após ter “ficado” com alguém!

ficar - frases terríveis

Na pesquisa da revista Capricho fica claro que “ficar” é mero subterfúgio para a depravação da sociedade de amanhã.

Enfim, é uma palavra-show, tanto no sentido de ser pequenina e ser de um português bem popular, quanto no sentido de ser perfeitamente camufladora de todas as coisas inconfessáveis para quem não tem idade para assumir depravações de adultos.

E a palavra “namorar”? Como ficou agora na modernidade? Ora, se em ficar já se escondem todos os subterfúgios de quem quer fazer as coisas e não contar, em NAMORAR já está assumido oficial e socialmente que este verbo comporta necessariamente sexo, com penetração e tudo, como se já fosse o próprio casamento, pois muitos namorados já moram juntos como marido e mulher, e um namoro na casa dos pais já é por demais démodé, sobretudo se os pais ficarem na sala a ouvir os gemidos.

Assim sendo, as duas palavras mais populares para descrever o envolvimento amoroso de jovens e adultos (às vezes até de adolescentes) estão seriamente prejudicadas em seus sentidos originais, os quais são os sentidos encontrados na Bíblia e por ela propostos. Senão vejamos:

Cuidado p você não ficar quando JC voltar

A Bíblia aceita que os jovens devem “ficar”, mas apenas no sentido antigo, ou seja, que um rapaz pode passar uma tarde na casa dos pais de uma moça que lhe despertou interesse, não apenas para conhecê-la em seu ambiente familiar, mas para iniciar uma amizade mais séria com a própria família de sua futura provável esposa.

Este FICAR pode (e deve) se repetir, nas mesmas condições, até que a moça e sobretudo os pais dela entendam a presença daquele rapaz como uma boa amizade, como candidato a um futuro posto de genro honroso daquele casal de pais observadores. Só depois desta etapa, que pode durar meses e anos, um namoro deveria começar, segundo o entendimento das Escrituras.

Após o início do namoro, o tempo vivido entre o jovem e a jovem aumenta, bem como certa intimidade (como beijos mais íntimos), mas sempre em dias ou noites onde os pais estão em casa. E esta temporada deve durar até que um noivado oficial se estabeleça com os pais da moça, em pedido formal de enoivamento com a filha do casal.Casal de noivos se beijando-1

Após o noivado iniciado, o tempo vivido entre o jovem e a jovem aumenta ainda mais, bem como a intimidade: a Bíblia fala de noivos que já convivem juntos, mas sempre no ambiente familiar da noiva.

E esta temporada deve durar até que o matrimônio seja oficializado em cartório, com a marcação da cerimônia religiosa com o padre ou pastor de sua confiança.

Só após tudo isso, a Bíblia como que libera o casal para as relações íntimas, pedindo que os dois jamais se separem (nem física nem emocionalmente), para evitar a tentação e a infidelidade.

Separações e divórcios são totalmente descartados e impensáveis, exceto em caso de infidelidade, obrigando os divorciados a manter a castidade em nome da santidade de sua vida como um todo.

O mais é felicidade total, até que a morte os separe, como único modo de o viúvo ou a viúva contrair novas núpcias, para terem de Deus a mesma bênção.

Se este artigo lhe ajudou, por favor comente abaixo. Se quiser vê-lo em formato de vídeo, favor clicar NESTE link e ali, ao terminar, dê-nos a honra de se registrar em nosso Canal de Vídeo, ok? Que Deus lhe abençoe e lhe apresente aquele ou aquela que Ele escolheu para sua felicidade na Terra.

Sobre John Valente

Prof. John Valente - Especialização: relacionamento conjugal cristão; Formado em Administração de Empresas e Teologia, especializou-se em Ciências da Religião, e participou de diversos cursos e treinamentos na área de relacionamento conjugal, inclusive o Seminário de Relacionamento Afetivo da “Agência de Casamento” que lhe apresentou à sua esposa.
Esta entrada foi publicada em Casamento. Adicione o link permanente aos seus favoritos.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

*

code