Moças evangélicas engravidam antes de casar (II)

A maior e mais “benquista” prova de que a depravação total já avançou neste mundo muito além do que supunha o mais pervertido Don Juan, é a frequência com que se encontram moças crentes grávidas antes do casamento.

A onda erotizante, agora globalizada, está aí, a todo vapor. Ninguém mais tem qualquer dúvida a respeito. Se alguns de nós nunca foram levados por ela, então escapamos por um verdadeiro milagre! E pior, toda a parafernália religiosa em uso por esta geração hipócrita está a plenos pulmões, enganando e sendo enganada por todo o mundo, e ninguém dá o menor sinal de que esteja entendendo a célere supressão da Moralidade, como se esta tivesse sido a grande vilã da História contra a felicidade humana.

Para não nos alongarmos em um filosofar místico religioso, o maior exemplo que temos em mãos é a frequência com que as chamadas moças “evangélicas” se casam já grávidas, e sem que qualquer drama de consciência esteja envolvido (nem nela nem na família), como se todo apelo de Deus pela santidade mostrado nas Escrituras não passasse de invenção humana, e como se algum humano quisesse ser santo ou de fato quisesse encontrar mulheres santas na Terra!

O exemplo mais eloquente e bombástico desses últimos meses vem de uma “família famosa” da Televisão brasileira, cujo próprio pai a “satirizou” – para não dizer censurou – em público, como o leitor pode conferir clicando NESTE link. Na verdade, sendo Sílvio Santos um judeu da velha tradição da Fraternidade Ofertante do Novo Templo, não é nenhum espanto ver ele se comportar dessa forma, pois para ninguém – de juízo moral sadio – é razoável suprimir a doutrina para encaixar almas que desobedecem a Deus, mesmo uma que uma destas seja filha biológica dele.

O nó cego desta questão fica explícito no fato de que ninguém mais – sobretudo gente desta geração perversa e corrupta – vê pecado algum no sexo, seja que sexo for, como se Deus nunca tivesse usado sua inteligência para criar um universo onde leis e regras existissem, ou onde estas pudessem ser negligenciadas sem qualquer efeito temporal ou atemporal! Noutras palavras, vive-se a vida sem que nenhuma lei exista e muito menos um Legislador, e gozam-se dos prazeres sem que nenhuma regra de bom funcionamento seja respeitada ou mesmo conhecida, não importando o quanto a dita Ciência tenha evoluído das cavernas aos computadores: a ignorância da Ciência quanto ao sexo beira a insanidade, e nem mesmo as incontáveis doenças sexuais (DSTs) sugerem algo errado no seu funcionamento ou algo doentio na sua repetição, e assim a Humanidade inteira reservou uma “terra sem lei” para o sexo, separado de tudo o mais da vida e da sobrevivência.

E a coisa se dá mais ou menos assim: a Ciência moderna diz que comer é bom; comer demais é perigoso. Beber faz bem; beber demais faz mal, tanto para o indivíduo quanto para a sociedade. Já no caso do sexo, a Ciência atual diz que sexo é bom, sexo é saúde, e sexo demais faz bem, tanto para o indivíduo quanto para a sociedade! Ou seja: para o sexo nada há a condenar, não há perigo algum, não há excesso algum, não há vergonha alguma, enfim, tudo é válido, seja em que circunstância for, seja em que estado civil for, seja em que idade for, seja – e nisto todos concordam – em gênero, número e grau! (Quem lê entenda).

Assim sendo e com efeito, não há mais motivo algum para espanto algum com coisa alguma, e por isso as notícias sobre fatos e ‘causos’ sexuais não impressionam mais ninguém, e então as piores sacanagens – do sadismo à suruba – divulgadas como ocorrendo na nossa vizinhança, nos ambientes acadêmicos, nas melhores famílias de Londres e até na nossa própria família em nada desabonam o nosso bom nome e nem o sobrenome de ninguém, e assim todos nós ficamos como que “irmanados na baixeza” e protegidos pela sujeira uns dos outros!

Não é à-toa que um judeu da velha Tradição Fraterna, chefe de uma família benquista no país inteiro e zeloso de suas crenças mais íntimas, se vê obrigado a engolir a hipocrisia de um “cristianismo água-com-açúcar”, já vendido ao mundanismo e eivado de imoralidades, e onde sua própria filha desfila uma religiosidade superficial e jamais cumpridora da Torah, ou mesmo dos 10 Mandamentos do Senhor.

Finalmente, nem há necessidade de uma frequência rotineira aos modernos templos evangélicos de hoje para ver a quantas anda a moral cristã na dissimulada vigilância dos pastores, quando eles mesmos “fecham os olhos” à indecência de suas filhas e sobrinhas, ou quando não estão eles próprios implicados na impureza e escondendo coisas que terminariam por validar a indecência de suas filhas e jovens da igreja. Pior: neste tresloucado quadro da imoralidade pós-moderna, moças evangélicas casarem já grávidas nem chega a ser o maior absurdo, quando a igreja inteira abandonou a instrução bíblica há décadas sem conta, dando lugar ao inimigo que ruge em derredor. Um horror. Se alguma admoestação pode ser indicada para atender este estado de coisas, talvez somente Jesus pudesse sentir de novo seu velho drama e gritar: “Eli Eli Lamá Sabactani!”…

 

Sobre John Valente

Prof. John Valente - Especialização: relacionamento conjugal cristão; Formado em Administração de Empresas e Teologia, especializou-se em Ciências da Religião, e participou de diversos cursos e treinamentos na área de relacionamento conjugal, inclusive o Seminário de Relacionamento Afetivo da “Agência de Casamento” que lhe apresentou à sua esposa.
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