Entendendo a Mulher: por que elas são tão indecisas?

Embora o efeito negativo esteja bem aceso na Era da Tecnologia, a causa primordial da eterna indecisão das mulheres não foi obra voluntária delas, e sim uma condição natural dada por Deus que se agravou quando elas decidiram, após longos dias, assumir o controle de tudo…

Mulher pensandoNão há nenhuma ocorrência ou fenômeno que se possa analisar bem sem se iniciar a análise pela causa original dos fatos, tal como não se pode debelar uma doença sem atacar a origem da infestação. Os advogados dirão o mesmo: não se pode defender uma causa sem conhecer sua origem defensável, ou acusar alguém, sem conhecer sua causa acusável.

Isto posto, para se analisar porque as mulheres são tão indecisas, não será possível se chegar a lugar nenhum sem partir de um estudo sobre o princípio do mundo, a saber, como ou porque elas ficaram tão indecisas lá atrás, quando não havia qualquer motivo para temer decisão nenhuma, em razão da íntima amizade com Deus e da total segurança do Jardim do Éden. Ou seja, como viraram a página para estar tão hesitantes em qualquer hora, como se nunca encontrassem nada que as garantisse qualquer segurança na vida (seja em assuntos relevantes ou irrelevantes), configurando um quadro estatisticamente irrefutável.

E temos que voltar os olhos ainda mais para trás, pois o nosso Deus único, na unidade de Pai, Filho e Espírito Santo, parece ter criado o planeta Terra para dar a um “semideus” o governo único da orbe terrestre, assoprando nas narinas de um macaco alopécico e bastante evoluído, a divina chama de seu Espírito, fazendo o primata tornar-se Humano e o humano tornar-se “Senhor do Mundo” recém-nascido (recém-nascido é um eufemismo, pois o mundo já estava ali há quase 4 bilhões de anos, e a Evolução também já campeava solta há bilhões de anos!).

Thor irradia luz para TinidrilTal segurança tinha Deus no empoderamento e na supremacia daquele novo “semideus”, que nem se importou de dar-lhe uma companhia idêntica, deixando aos cuidados daquele único “senhor” a administração da terra e a Educação dos demais primatas, para que todos um dia se lembrassem de que aprenderam a falar com o semideus e aprenderam as manipulações do poder celestial com aquele estranho macaco imberbe, que também conversava com seres de luz que vez por outra pintavam no Jardim.

Porém e contudo, tudo indica que a tarefa foi grande demais, e o semideus acabou precisando de uma companhia semelhante, com mente lúcida o suficiente para ajudá-lo com a língua e assessorá-lo com uma administração superior, ao invés de esperar tais avanços da Educação de primatas até recentemente mudos como pedras. E o semideus foi a Deus e contou-lhe sua necessidade, explicando estes dados técnicos para incrementar sua administração.

Deus o ouviu direito e, confessando já perceber uma imprecisão na solidão daquele primeiro experimento biológico de 3 dimensões, adiantou-lhe seu plano de lhe arranjar uma assessora de ponta, dizendo que não a traria das estrelas (das estrelas ele já tinha ajuda, e perfeita, vinda dos anjos que reservavam tempo para auxiliar no governo da Terra*), e sim, dele mesmo, e que então seria necessário uma “cirurgia” com anestesia e tudo, e dali, após pesado sono, Deus extraiu sua assessora de sua própria carne, bem na mediatriz de suas costelas.

Anjo sobre Tellus(*Abrindo o parêntese do asterisco: Os anjos que auxiliavam o primata espiritualizado passaram a ter dificuldade de ajudá-lo e até largaram o Governo de Tellus, uma vez que o próprio Governador debandou e rebelou-se contra as ideias de Deus, e assim os anjos que permaneceram fiéis ao governador acabaram por montar um clima tão ruim que os anjos fiéis a Deus tiveram que subir e olhar a situação do alto, e o semideus passou a viver sozinho com os demais primatas).

Depois de criar a assessora do semideus a partir de uma parte dele mesmo, Deus construiu sua alma com os atributos superiores das semideusas (capacidade de pensar várias coisas ao mesmo tempo para ampliar a oferta de sugestões, capacidade de trabalho incansável, prazer pleno na arte de servir, capacidade plena de cuidar das tarefas que o semideus não tinha tempo para cuidar, enfim, um purrilhão de coisas que fazia aquela relação “plena na plenitude de Deus”, e neste espírito a convivência do primeiro casal de “semideuses” durou anos e anos em perfeita harmonia).

Eva e seu pleno autodomínioComo a assessora foi criada para o perfeito assessoramento do semideus original, a mente dela tinha excesso de sugestões mas pouca decisão, de propósito, justamente para deixar a mente lógica e concentrada do semideus funcionar livremente, agora lubrificada e turbinada pela incessante fonte de soluções da mente da assessora, que jamais deixava um problema sem que o semideus visse a solução. E até aquele ponto, sem nenhuma dúvida, nada poderia impedir a perfeita realização das tarefas e missões do casal, e assim eles perduraram harmônicos durante muitos anos.

Mas o Governador da Terra, aquele que se revoltou contra a ideia de Deus de fazer um semideus de “um mero macaco” (mero para ele), passou a observar o dia-a-dia do casal e descobriu as ocasiões em que a assessora ficava sem ver o marido semideus, e era nessas ocasiões que chegava e sussurrava imperfeições aprazíveis na harmonia da experiência divina.

Serpente enganou EvaE a assessora passou a ser assessorada. Assessorada por uma assessoria maldita, que tinha interesse em provar para Deus que sua ideia original era errada, e que aquele plano de um mundo de 3 dimensões não poderia dar certo. Muito mais por pirraça e inveja do que por lógica sugestional, o anjo rebelde convenceu a semideusa a experimentar uma vida autônoma, na qual sua mente passaria a agir com total independência da inteligência divina, na primeira grande incoerência da lógica humana primitiva.

E a semideusa, por sua beleza, inteligência e por todas as suas qualidades divinas (mas sobretudo pelo amor do semideus a ela), levou seu marido a experimentar a mesma “droga” que ela injetou em si, fazendo cair para sempre a harmonia mental humana, que arrastou consigo a harmonia do casal, a harmonia familiar e finalmente a paz social. Estava quebrado o encanto.

Com uma nova mentalidade tendo lugar aonde reinou aquela paz que excede todo entendimento, e se a mente do semideus agora podia criar armas e outras loucuras, a mente da semideusa perdeu toda a segurança da assessoria divina e de seu próprio banco de dados subconsciente, vendo sumir de suas mãos a chave de todo controle intelectual e psicológico, e agora se vendo incapaz de definir-se e decidir-se acerca de qualquer assunto, pois nem resgatava mais de sua própria mente as sugestões divinas de exatidão, nem confiava mais no semideus para ouvi-lo e atendê-lo.

Deus condena a serpente

Deus viu que a serpente enganou Eva, mas que ela assumiu voluntariamente o risco de perder a sua condição de “semideusa”

Aqui nasceu a eterna e dolorosa indecisão da Mulher, de cuja mente quase nada mais se pode extrair com segurança, e nem ela mesma confia mais em si para assumir posições sozinha, sem que antes não ande e desande a refazer mil consultas ao silêncio de seu próprio subconsciente, quase nunca obtendo dele uma resposta que satisfaça à sua “fome se certeza”. Este foi e é, em síntese, o grande dano espiritual causado pela Queda na mente de Eva.

Na mente de Adão, o dano foi muito mais a nível das emoções e dos instintos do que no cerne da Razão, única ferramenta divina a manter-se habitando a mente masculina, embora quase 100% danificada quando o indivíduo não re-entrega sua vida a Cristo, doando-se de corpo e alma ao Salvador. Por sua célula racional ter sido mantida quase intacta após a Queda (sua adesão à sugestão de Eva foi mais um ato de amor do que uma confusão mental dele), Deus decidiu que o mais lógico era colocar a única Razão restante a comandar os futuros lares, possibilitando a subsistência de uma sociedade menos doentia, e mais apta a receber e introjetar a mentalidade salvífica de Cristo.

Mulher modernaNa mente da Mulher, afora a fragilização da área emocional e a insegurança para com a enxurrada de sugestões que sua mente lhe apresenta para si mesma e às vezes para os outros, não restaram danos muito graves à sua capacidade de serviço, ao seu amor ao trabalho e à sua assessoria ao Homem, e sem dúvida ela pode e deve, agora mais do que nunca, procurar o “Casamento-a-Três” (pois, se ela contraiu danos, o homem então nem se fala: virou um boneco lascivo e dependente de sexo!): aí está o retrato real e atual da Humanidade, segundo estudos da espiritualidade e da intimidade dos lares ao longo da História.

Assim sendo, dúvidas sempre restarão na cabeça de qualquer mulher, ainda mais na Era da incerteza, sobretudo nesta época em que a mídia já as convenceu de que elas estão certas em se manterem incertas, e que nunca estarem seguras de decisão alguma é um sinal de “inteligência”! Afinal, as mulheres são indecisas não porque sejam néscias, mas porque qualquer certeza dogmática é um risco para a caminhada; e se o Cristianismo propôs dogmas é porque ele sabe que não se pode confiar na mente de homem algum, coisa que as mulheres aprenderam muito antes deles.

 

Sobre John Valente

Prof. John Valente - Especialização: relacionamento conjugal cristão; Formado em Administração de Empresas e Teologia, especializou-se em Ciências da Religião, e participou de diversos cursos e treinamentos na área de relacionamento conjugal, inclusive o Seminário de Relacionamento Afetivo da “Agência de Casamento” que lhe apresentou à sua esposa.
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