Erro catastrófico da Igreja em condenar apenas o homossexualismo “prático”

Num flagrante equívoco teológico na condenação ao homossexualismo prático, a Igreja Católica deixa de lado propositalmente as demais instruções bíblicas acerca de toda a sexualidade humana, certamente visando apenas crescer em popularidade…

Qualquer analista cristão da sexualidade humana sabe que as regras dadas pela Revelação neste mister são rígidas e aparentemente impiedosas, sem que se encontre na letra das Escrituras a mínima condescendência para com tudo aquilo que esta geração chamou de “liberdade corporal” (leia-se, liberdade total para com o próprio corpo), a começar pela própria definição de corpo, que passa longe da ideia popular de “um ser de carne e osso com emoções, instintos e intelecto”. Denunciando até mesmo a propriedade privada do corpo como pertencente a Cristo (que o teria comprado com o preço de seu próprio sangue), a Bíblia não deixa margem ou brecha alguma para a maioria – 98,2% – das práticas comuns da sexualidade, o que deixa este articulista bastante à vontade para escrever, já que o autor intelectual deste argumento seria o próprio Deus.

Isto posto, e sem a mínima condição de iniciar de modo diferente, este comentarista adianta-se célere para explicar que o presente artigo é dedicado apenas a heterossexuais cristãos, e não se limita a seguir rigorosamente a doutrina de nenhuma denominação eclesial legitimamente instituída, atrelando-se tão única e logicamente à Palavra de Deus, aqui tomada como soberana e independente da receptividade de todas as atuais lideranças religiosas.

Com efeito, para facilitar aos cristãos se situarem bem, dentro do contexto bíblico, iremos oferecer os trechos escriturísticos ilustrativos desta argumentação, partindo do seguinte princípio: Que Deus condena todo o homossexualismo em si, e não apenas uma parte dele, como se o juízo de Deus fosse duvidoso ou hesitante como os juízos humanos, e não aquele “sim, SIM, e não, NÃO”, que Jesus pediu para nortear a nossa própria palavra (Mateus 5,37), isto é, sem fazer bajulações ou “vista grossa” para nenhum vício camuflado de virtude.

A mais famosa vítima da Lei do Apedrejamento foi salva pela “sagacidade” de Jesus: “Mas vai e não peques mais!”…

A passagem da Escritura que melhor esclarece que espécie de vida Deus deseja que vivamos, sobretudo após nossa entrega a Jesus (fé e batismo), é aquela que o Filho de Deus sentencia para os apóstolos influenciados pelo Judaísmo, que aparentemente só condenava A PRÁTICA do adultério, e não a sua raiz psicológica. Para os judeus – todos os apóstolos eram judeus – uma mulher seria apedrejada quando flagrada ou denunciada em sexo extra marital, ou pré-marital, ou comercial (tudo isso sendo resumido pelo termo genérico “porneia”: relações sexuais ilícitas: sim, isso existe!), etc.

Então Jesus explicou o que Deus de fato quis dizer quando falou “não adulterarás”, que a Igreja Católica (ICAR) sabiamente traduziu por “não pecarás contra a castidade”, e a igreja protestante estranhamente não adotou, embora creia nisso. Não pecar contra a castidade, portanto, é muito mais abrangente e profundo, pois tanto “pecar” quanto “castidade” são expressões generalizantes, que englobam coisas que nossa hipocrisia e sem-vergonhice jamais citariam como exemplo, as quais no entanto são indisfarçáveis perante os olhos de Deus.

Logo, para Deus, uma mulher adultera não propriamente quando pratica ato sexual fora das leis do Matrimônio (e muito menos quando é flagrada fazendo sexo), mas quando seu coração, lá atrás no tempo e lá na profundidade de sua psique, desviou-se da vontade divina e da Lei da Santidade e decidiu, por livre e espontânea vontade, usar seu corpo fora da Lei e fora do tempo próprio do Matrimônio, explorando sua carne tão somente como objeto de prazer ou paixão louca. Tudo isso Jesus explicou (e o Evangelho resume perigosamente a uma só expressão, a saber) dizendo que se alguém olhar com intenção impura para outrem já cometeu adultério, o que aparentemente condena mais o olhar do que o pensar e o sentir! É óbvio que Jesus, conhecendo a ignorância dos seus contemporâneos, julgou por certo que apontar o pecado VISUAL como sinal de adultério concreto bastaria para a igreja primitiva – e a que viria depois dela – deduzir que o pecado era muito maior, sobretudo depois que a Psicologia moderna dissesse que o desejo é independente da visão, e o pensamento é até anterior a ela!

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Sexualidade na ótica evangélica atual: onde entra o pecado?

Um casal cristão fundou uma “sex shop”, um empresário inaugurou um “bordel” apenas com bonecas do tipo “real doll”, pastores liberam filhos para transar antes do casamento, enfim, onde entra o pecado disfarçado na Cristandade?

Esta é uma questão por demais “capciosa” para a grande massa de cristãos a captarem em sua totalidade, dada a sutileza com que as orientações morais deixam escapar, involuntariamente, o “X” da questão para o pleno atendimento da vontade de Deus, a saber, a nossa santificação. Discursos como o da gravidez indesejada, dos riscos de doenças sexualmente transmissíveis (DSTs), da proibição do sexo antes do casamento, da exigência de vida consagrada, do respeito à igreja e aos pastores, da obediência aos pais e até ao Evangelho, tudo isso, convenhamos, ainda deixa de fora O CERNE ou o centro propriamente dito da questão, por incrível que pareça, e a verdade jaz numa omissão até certo ponto involuntária.

Porquanto uma atitude ou conduta deixa de ser “normal” – ou legal, pela Lei de Deus – não quando simplesmente um jovem, louco de tesão por sua namorada recente, impede-se de tocar nela ou até de aproximar-se da casa dela, muitas vezes num processo inconsciente de auto flagelação, como em obediência a um suposto “respeito” a um Evangelho ascético e quase “muçulmano” das hipocrisias islâmicas. Porque a santidade desejada por Deus está longe de ser mera proibição aos instintos mais primitivos do bicho-homem, e se Deus fosse operacionalizar sua contabilidade escatológica por essa ótica, o mais lógico teria sido criar um “Zoológico Celestial” e não um Reino Humano para seres racionais civilizados.

Fica evidente, pois, que a Santidade de Deus e a que Ele exige de nós ultrapassa em gênero, número e grau o nosso conceito de santidade, e certamente não reside especificamente na mera interrupção da liberdade de nossos instintos, e nem mesmo em atitudes frontais de fuga dos prazeres, os quais são o ingrediente básico da felicidade de seres gregários como os humanos. Aqui como lá é exata a noção de que “o buraco é mais embaixo”, e é nele que queremos chegar para ajudar o leitor cristão a identificar bem o âmago da vontade santificadora de Deus.

Nem mesmo a louvável ordenação de homens e mulheres para a vida consagrada no meio católico romano (onde nem padres nem freiras podem casar) coincide rigorosamente com aquele “X” da questão que citamos no início, e a nossa dificuldade nessa questão é justamente encontrar “o ponto nevrálgico” deste entendimento, porquanto no sexo em si não haveria PROIBIÇÃO ALGUMA da parte de Deus, se esta tivesse que contar com uma auto flagelação voluntária por parte do ser humano. O buraco é mais embaixo mesmo.

Isto posto, talvez possamos dizer agora que a atitude do voluntariado para chegar a satisfazer a santificação verdadeira, teria que possuir componentes 100% conscientes na plena lucidez da mente humana, de tal modo que um homem ou mulher que procurassem ser santos entenderiam perfeitamente que a santidade só é alcançada quando a Razão (ou a mente lógica), aliada a um coração que conseguiu ser calmo e feliz, descobre que toda a ontologia do ser tem que corresponder ao controle racional e tranquilo de um “eu-consciente” em paz com seu eu-subconsciente, de maneira que ter poder para evitar o uso do corpo apenas para prazeres “da carne” daria o inefável prazer de sentir a vitória tranquila do eu-superior, a qual estamparia a mensagem mais elevada de toda a Criação, a saber, a de que cada eu-superior deve MANDAR E COMANDAR toda a sua ontogonia, e não as circunstâncias fortuitas das relações exteriores.

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O verdadeiro amor não resiste à malícia

A experiência acumulada de investigação da natureza humana obriga a conclusão inquietante da fragilidade do amor, que perde conteúdo com o desgaste da impureza sexual, o que não acontece com o Amor de Deus.

Num filme extraordinário, lançado em 1989, uma realidade sobressai com letras garrafais, calando a voz de uma sociedade corrompida e sem rumo, cuja devassidão trouxe a reboque a perda da capacidade de amar, não apenas pela incapacidade dos protagonistas no jogo do amor, mas pela própria inibição deste para estripulias e desordens desintegradoras do caráter. O filme se chama, na versão exibida no Brasil, “Sexo, mentiras e videotapes”(*), e sua ficha técnica deve ser consultada NESTE link para familiarizar o leitor com a obra referida.

Estrelado por James Spader (como Graham Dalton); Andie MacDowell (como Ann Millaney); Peter Gallagher (como John Millaney); e Laura San Giacomo (como Cynthia Bishop), o filme não tem nada de cômico, pelo contrário, constitui um drama pesado e até certo ponto “depressivo”, mas que carrega uma história absolutamente plausível, se é que não foi baseada num fato real, altamente ilustrativo para as lides de uma agência de casamento como a nossa Casamento-a-Três.

O enredo “traduz” direta e indiretamente a história de um homem jovem (entre os 30 e os 40 anos), cujo passado desregrado aparentemente lhe rendeu uma patologia sexual das mais incômodas (a impotência sexual) e pela qual o mesmo quase se perde no destino inexorável das almas deste mundo, cuja felicidade, sem a amizade de Deus, agoniza entre a busca do orgasmo e sua alma gêmea, sendo ambas um labirinto angustioso de idas e vindas, na escuridão e no desespero.

Graham Dalton, personagem interpretado por um James Spader, ainda belo e cativante por suas feições “angelicais” (que vieram a calhar muito bem com a história real), viveu um desastre amoroso objeto do enredo, e por causa dele teve a mente afetada de tal modo que perdeu toda a capacidade de ereção, passando a “gozar a vida” apenas na missão de entrevistar mulheres, perguntando a elas sobre como sentem o orgasmo e o sexo, e gravando suas entrevistas em “videotapes” que lhe davam alento e prazer pelo resto de sua vida.

As entrevistas configuram de fato uma ótima pedida para quem sofreu um trauma como o dele, uma vez que afeta diretamente a parte central de seu problema, oferecendo o “ânimo epitelial” que a sinceridade das mulheres – daquelas em particular – é capaz de atiçar no imaginário erótico masculino (aqui vai uma dica para os casais bem casados: que tal conversarem sobre como SENTEM o orgasmo nas várias situações onde ele ocorreu ao longo de seu relacionamento? – E se o casal puder ouvir os depoimentos de outras mulheres, a ilustração poderá mesmo obrar milagres!).

Todavia e contudo, o destino reservava um outro desfecho para o infeliz mancebo que não mais contava com sua virilidade e autoconfiança sexual, fazendo com que ele – e quem quer que sofra deste mal – fosse “definhando” a cada dia, perdido em sua ontologia golpeada de morte, em sua parte mais sensível, aquela que mais lembrança traz da visão beatífica do Paraíso. Incapaz de satisfazer a si e a qualquer mulher em geral, isolou-se forçadamente de sua vida social e quedava-se envergonhado em sua solidão com as filmagens das entrevistadas, como um masturbador que perde sua juventude no banheiro e sua saúde na palma das mãos (só que ele não se masturbava, pois não conseguia mais ter uma ereção).

E a vida foi passando, passando e passando, e as entrevistas iam crescendo em número e qualidade, pois as mulheres, intuitivas como são, iam a cada dia percebendo o real problema omitido por seu entrevistador, e por isso as “confissões” de orgasmos ficavam cada vez mais “ousadas e safadas”, para dizer o mínimo. Talvez até envolvessem algum interesse em “salvar” aquele homem, e de fato ele tentou algumas vezes com algumas, mas nada mudou a sua inexorável decepção.

Até que uma certa mulher (pimba!), chegou e calhou direitinho na exata medida de sua fantasia perdida, e, a partir dela (da fantasia), a saúde sexual de Dalton recuperou-se plenamente, mas claro, nunca igual ao que era antes do trauma! A fala calma, a sinceridade cristalina, o ar de santidade (sim, santidade), e a fisionomia também “angelical” de Ann Millaney (a bela Andie MacDowell) fizeram o seu papel salvador, dando a Dalton aquele encontro consigo mesmo, que é a maior alavanca para a plena atividade sexual, sobretudo do macho.

Como um mero instrumento para a fantasia erótica que guardava a chave-mestra da ereção qualificada, mas também sendo um instrumento ideal por ter em si uma cópia quase idêntica da mesma fantasia, Ann chegou no momento certo do destino de uma alma infeliz. Assim, numa entrevista necessária, mas até certo ponto desnecessária, o casal acabou se envolvendo numa conjunção espiritual e sexual sem fim, onde se vê o gravador da entrevista ser chutado e deixado de lado, bem como a sua grande coleção de entrevistas até então usadas como “remédios insípidos”, além de virtualmente inúteis para uma ereção que dependia da fantasia realizada.

O casal de personagens desfila uma cópula absolutamente bela para uma cena da Sétima Arte, sem nenhum apelo barato ao sexo explícito, mostrando que seu roteirista e diretor (Steven Soderbergh) não queria, de fato, a mera exploração sexual agradável ao IBOPE, mas sim deixar uma mensagem por demais espiritualizada na Ciência do Amor. E é esta mensagem que vamos investigar agora.

Fala-se com precisão de uma Ciência do Amor, porque o amor é de fato uma ciência, no sentido de que precisa de um aprendizado teórico-prático dos mais exigentes, uma vez que exige rigores bem no meio da difícil convivência humana, e ainda afugenta-se sem adeus na negação de suas exigências, tal como um menino malcriado que birra com seus pais por um mero brinquedo de uma cor diferente daquela por ele sonhada. É uma teima até ranzinza como a de uma ave melindrosa, que abandona os próprios filhotes se alguém pelo menos chegar perto de seu ninho! E pior, é o caso de toda a sua energia vital, aparentemente dependente de uma birra, estar de fato dependente de uma perfeita ordem para não desintegrar-se, como os tanques de combustível de um foguete exigem que TUDO esteja perfeito para levantar a nave, perfeito em seu corpo e perfeito em todas as ações dos técnicos de terra para fazê-lo alçar voo.

Ou seja: o amor tem que ser perfeito em si mesmo, e em tudo o que lhe diz respeito, e até nos comportamentos que pretendem despertá-lo; do contrário, nem despertará, e se despertar não será amor! Eis aqui a razão de tanta gente errar nesta matéria, e de tanta gente procurar o amor em vão, e de tanta gente confundir amor com tesão e vice-versa, expondo às claras a triste realidade anímica da criatura humana separada de Deus.

Isto posto, parece que o amor nos obriga à conclusão única e peremptória: ele é tão santo que JAMAIS poderá ser abrigado por um coração não-santo, e por isso estava certo o Pr. Richard Foster ao dizer que “não existe amor no mundo”. Por isso, dedução óbvia, somente o coração santo (o coração divino), pode sentir e dar amor, e nós morreremos à míngua nesta triste visão da morte sem amor, o insípido destino da frustração eterna!

De qualquer modo, mesmo sabendo que o Amor em si é algo inalcançável pelo coração humano, podemos admitir que há algumas coisas que trabalham para dificultar o amor em nós, e esta Agência “Casamento-a-Três” elege a depravação sexual como o maior inimigo do Amor verdadeiro. Neste sentido, o filme Sexo, mentiras e videotapes vem a calhar com perfeição neste raciocínio, porque seria impossível à Humanidade encontrar outra linguagem capaz de traduzir este drama anímico do Homem em sua eterna busca da reconciliação com Deus. Poder-se-ia usar as seguintes palavras nesta tradução: “Quem quiser o Amor (representado pelo personagem “brocha” do filme), vai ter que RENUNCIAR à malícia representada pelo personagem que põe o pênis dentro do buquê de flores! (o cara chamado John Millaney (Peter Gallagher)”. Porquanto a imoralidade, a malícia sensual e a exploração do sexo como mero instrumento do prazer operam na direção oposta do Amor verdadeiro, e Deus não moverá uma palha para alterar as coisas para o lado dos depravados, porque entende que há uma deliberada escolha da malícia como fonte de prazer, menosprezando o Amor como capaz de recompensa superior!

De fato, CS Lewis e outros gênios cristãos nos mostram que a perseguição doentia pelo prazer sexual leva à redução da recompensa do sexo, e o indivíduo perseguidor do prazer obterá cada vez menos recompensa pela sua busca, tal como o viciado em droga precisará cada vez de mais droga para alcançar o estado “nirvânico” das primeiras experiências, e cada nova droga lhe dará um prazer cada vez mais fraco, obrigando-o a doses cada vez maiores e ao final, a overdose mortal.

Em entrevistas que nós mesmos fizemos nesta Agência, ficou claro que os homens que tiveram sua adolescência e juventude toda levada na busca de cópulas sem fim, reconheceram enfrentar problemas de ereção e ejaculação precoce com muito mais frequência do que jovens que dedicaram suas vidas a estudos e à religião, e houve mudanças para pior até na “qualidade” dos orgasmos na meia idade. Muitos deles contaram sentir mudanças até na pele do pênis, no tempo de ereção, na quantidade de esperma ejaculado, na inconstância da ejaculação, sem falar nos que revelaram flacidez na pele, dores estranhas, desconforto nos testículos – antes e depois das cópulas – e até diferenças na micção, devido a alterações imperceptíveis no interior da uretra.

É claro que a Medicina também procura uma explicação para tudo, mas não pode abandonar de vez a intuição dos médicos para entender tais problemas; porém a maioria desses médicos (que também agia “desregradamente” na juventude) não atribui aos seus excessos os efeitos sentidos na maturidade, e até lucram com interpretações diferentes, pois com elas podem conquistar mais clientes e vender mais remédios de farmácias “apadrinhadas”. Neste caso, somos obrigados a recorrer a outros estudiosos da sexualidade humana, inclusive a outras áreas que nela opinaram, como espiritualistas, teólogos, pastores, filósofos e psicólogos cristãos, todos de orelha em pé na investigação dos estranhos efeitos da maturidade no desempenho sexual, sobretudo masculino.

Enfim, é impossível não extrair daí a óbvia resposta, a qual obriga a ver que a Humanidade se encontra no meio de uma encruzilhada angustiante e autodestrutiva, tendo que optar entre um frágil “amor casamenteiro” e o prazer sexual, iludida pela falácia demoníaca de que o orgasmo é coisa da Terra e não do Céu! Aliás, a falácia chega até a mentir mesmo, dizendo que o amor não dá prazer, exceto se une os corpos numa cama, quando na verdade o Matrimônio cristão é um turbilhão de prazeres constantes, no meio dos quais se encontra o orgasmo, como mero “intervalo” e coroamento dos inúmeros outros prazeres planejados por Deus para a felicidade integral do casal.

Sim, o verdadeiro Amor não resiste à malícia. Toda a experiência acumulada pelos estudiosos da natureza humana nos obriga à conclusão de que o Amor divino, enquanto habitando num planeta conspurcado, perdeu boa parte de sua estrutura e proteção espiritual, não sendo mais capaz de garantir uma “recompensa ontológica hipersensitiva”, e assim tendendo a ser substituído ou misturado aos prazeres carnais, que não conseguirão encontrá-lo. Os homens e mulheres que ainda tenham, em sua jornada terrestre, o desejo do Amor Infinito, tenderão à eterna frustração de sonhar com ele e não senti-lo, ou de morrer com seu sonho sufocado no peito, até que vejam, com os próprios olhos arrasados pelo tempo perdido, o que acontece com os casais casados no Céu.

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(*) – As duas versões que encontramos no Youtube são ruins, pois uma não deixa ler a legenda por completo (a tela fica achatada), e outra não retira um letreiro que aparece sobre a legenda. Se o leitor quiser ver o filme de modo perfeito, terá que comprar o DVD ou um canal pago de filmes online.

 

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Ruim com roupa, pior sem roupa

A “autoridade” moral do homem moderno será posta em dúvida com um simples gesto, contido na pergunta: “o que acontece quando o ser humano tira a roupa?”; e pior, esta dúvida vai incriminar todo mundo e cada um de nós, que engasgamos com a pergunta.

Chegamos ao fundo do poço, e talvez no fundo no fundo, tenhamos chegado mesmo ao fundo, tal a fedentina que se espalha nos quatro cantos do mundo, aonde quer que olhemos, seja com que intenção for. Ninguém mais dá a ninguém o mínimo indício de que, no apagar das luzes (literalmente falando), aquela moral espectral vá se manter a mesma, dependendo da companhia ou da solidão que gozar. À guisa de introdução, a moral de ninguém ganhou força, pelo contrário, todos agora apreciam os momentos onde as regras poderão ser “flexibilizadas”, ou afrouxadas, até o banhar-se no lamaçal. É a herança pós-moderna dos “porcos chauvinistas”, por um lado, enlameando-se com os porcos anarquistas, fazendo discípulos para que todos aceitem emporcalhar-se.

A Moralidade nobre do medievo, conquanto convivesse com atrasos tecnológicos que punham em dúvida a higiene real dos “paletós” e dos vestidões longos, guardava certos valores históricos de alta qualidade, mesmo quando não regida pela Igreja ou pela espiritualidade, e então aquele era um tempo onde a lealdade e a confiança ainda podiam dar as mãos, e onde as mãos podiam sair ilesas da fogueira das vaidades.

O cidadão e a cidadã – cobertos até o pescoço – que empreendiam longas e cantarolantes caminhadas entre os bairros minúsculos comparados aos super bairros de hoje, podiam certamente cair numa situação perigosa – marginais e criminosos sempre existiram – e se ver em apuros; mas um braço cobrindo um rosto em lágrimas, ou uma perna machucada no degrau oculto de uma fachada, ou a notícia de um lobo nas redondezas, eram suficientes para arrefecer os impulsos predatórios dos transeuntes, e ali, muitas vezes, surgiam verdadeiros anjos da guarda e grandes amizades.

A própria continência com o chapéu, ou o mero tirar o chapéu na entrada, ou mais ainda, o entregar todas as armas – inclusive canivetes – ao entrar numa casa alheia, davam seguras mostras de que aquela era uma época abençoada no mais elevado sentido, e não era à-toa que servos elogiavam o bom tratamento de seus senhores e estes tratavam seus servos às vezes como amigos, para não dizer como filhos. O prazer de calçar e descalçar os sapatos – muitas vezes fedidos – de seus patrões e patroas, o engomar as roupas, o trazer as vestes ao alcance da mão atrás do biombo com a cabeça para baixo ou para trás para não “ferir a proibição da nudez pública”, enfim, eram todos sinais de uma era de almas valorosas no seu caráter, e que viam com clareza a importância e a necessidade da Moral cívica pública e doméstica.

Mas a modernidade chegou. E ela parece ter trazido, como uma gestante parideira, todos os males da explosão demográfica que extinguiam tudo o que ao menos de longe parecesse diminuição da liberdade, agora confundida com o hedonismo que a degeneraria em libertinagem. Não tardaria a chegar o tempo em que a sociedade se levantaria contra toda forma de culto moralizante, permitindo a sobrevida exclusiva de cultos esvaziados ou insípidos, que jamais trazem palavra alguma para fomentar o ascetismo ou a santidade. E este Mal insidioso venceu: ganhou a sociedade inteira.

Resultado: toda a Humanidade veste agora “armaduras e escafandros” (trancafiada em si mesma por sentir medo de tudo e desconfiança de todos) e ao mesmo tempo está desnuda diante de todos, pois não guarda a sua nudez para mais ninguém, dependendo da ocasião, do sentimento, do dinheiro, etc. E assim caminha a Humanidade, na aurora imunda do admirável mundo novo…

Neste início de século XXI, já dando sinais violentos desde o ano 2000, as roupas perderam por completo o seu significado, e a civilização incivilizada agora estourou a boca do balão e não tem mais vergonha alguma de se reconhecer falsa e lasciva, e lá se foram os anos em que ainda havia espaço para alguma confiança na seriedade alheia! Homem sério? Mulher séria? Onde estão? Quem são? São alienígenas? Não, na verdade são túmulos de vento como catacumbas roubadas que ninguém mais visita! Em que lugar restou algum valor? Em que alma restou alguma lealdade e honestidade?

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Ser ou não ser santo… Eis a questão!

Para o Cristianismo, nenhuma conversa ou discussão sobre “fórmulas de se criar uma sociedade justa e fraterna” ganha sentido sem que a questão da santificação seja enfrentada sem rodeios, e qualquer outra conversa cai na ideia de Cristo: “o que disto passar vem do maligno”…

É o tema mais reprisado por este site “Casamento-a-Três”. É o assunto mais evitado e o compromisso do qual mais se foge no mundo. É o remédio mais amargo e a solução mais adequada, aliás, única, para salvar alguém da perdição eterna. E tudo se resume numa frase minúscula de Jesus, talvez a única palavra dEle que ninguém respondeu completamente, pois ninguém seria 100% fiel ao desejo de Deus. Foi quando Jesus disse: “Sede santos porque eu sou santo”. Disto depende toda a Teologia cristã e todo o destino da Humanidade.

Conversas vão e vêm sem cessar e sem enfrentar corajosamente a questão, como se a proposta de Jesus fosse uma loucura descabida, e como se a História não registrasse os exemplos de elevada pureza testemunhados por santos e santas que abandonam tudo para viver a clausura ou a contemplação. Eis assim que as desculpas esfarrapadas da alma pós-moderna não passam da “preguiça do viciamento na malícia”, com o que ninguém tem ânimo para se dispor a renunciar os desejos da carne, a qual termina com a vitória do animal sobre o racional.

A visão então chega à infância. Porquanto é nesta fase belíssima do ser humano que a humanidade e a espiritualidade tinham e têm força para vencer a carne, e então os olhos descobrem a culpa nos pais, nos avós, nos bisavós e assim sucessivamente até Adão e Eva. Todas são desculpas esfarrapadas. Porque Deus nunca tirou de nós o poder de reação, e este aparece bem rápido e fácil quando se trata de vencer a preguiça para fazer “justiça” com as próprias mãos, saindo de casa num domingo de descanso para linchar um ladrão que assaltava na vizinhança. Para a maldade, enfim, sobram forças até tirânicas para satisfação do egocentrismo, que também paralisa e move o mundo para a luxúria.

Shakespeare cunhou a célebre frase “ser ou não ser, eis a questão”. Talvez ele tenha pensado muito mais longe do que esta frase estava dizendo, ou talvez tenham divulgado a frase de modo incompleto. Ele deve ter pensado como Jesus, pois ele também costumava pensar muito longe e profundo, como você pode ver AQUI, no chamado “Pentagrama Shakespeareano”. Aposto que a frase original foi “ser ou não ser santo: eis a questão”. Tal como agora é título de livro (confira AQUI).

Vejam a estupefação das criancinhas diante de tamanha imoralidade (à época, ninguém pinava em público e chamava isso de “dança”)

Pior, se a questão da santidade é o grande divisor de águas ou o CENTRO do Cristianismo e da salvação, o que esta sociedade moderna tem feito é um verdadeiro suicídio, um suicídio imundo e covarde, que leva multidões de jovens e adolescentes (às vezes até crianças – veja GIF ao lado) à depravação sexual e a um abismo sem volta, no qual quase sempre se encontra o pó branco e a picada mortal.

Mas nada disso adianta falar. Quem passou a língua no sorvete não deixará ele inteiro na casquinha e o digerirá logo. É o mesmo que tentar salvar um alcoólatra mandando ele cheirar a garrafa de cachaça. Claro que não funciona. É preciso afastá-lo da garrafa, do bar, da turma, do ambiente de bêbados, do mundo (está claro agora o valor e a utilidade da clausura? O homem moderno agora pode ver a sapiência dos monges medievais? E o perigo da Mídia de massas a empurrar, goela a dentro, todo mundo para a orgia dos instintos?)…

Pior, NEM as igrejas pós-modernas estão colaborando com a santidade de seus membros! Até pastores e bispos parecem já derrotados pelo tentador, e a imoralidade se pode ver até nas roupas das moças crentes! Os pobres evangelistas que ainda teimam em pregar a santidade de vida são ora desprezados pela surdez voluntária dos seus supostos ouvintes, ora são até alijados dos grupos de expressão na igreja, sendo forçados a uma das duas atitudes: afastamento do templo ou “incorporação da moda”, deixando-se levar na onda erotizante para o caminho sem volta.

Nosso estúdio divulgou recentemente um vídeo onde mostra um verdadeiro absurdo sofrido por cristãos na porta de sua igreja, quando praticamente todos de seus jovens cercaram-na numa “corrente de braços dados” para impedir a entrada, pichação e destruição do “altar do Senhor” por parte de mulheres vadias, demônias disfarçadas de mulheres, verdadeiras sacerdotisas da imoralidade, fingindo empunhar a bandeira do feminismo quando queriam mesmo era satanismo anti-cristão dos brabos! Quem quiser ver tal loucura cliquem NESTE link e pasmem!: é preciso prova maior de que a Humanidade se tornou inimiga da santidade?

Enfim, devo perguntar: seria possível redigir um artigo sobre vida cristã e não tocar na questão da santidade de vida? As igrejas imorais dizem que SIM. Elas já inventaram o “cristianismo-água-com-açúcar” e no meio deste não existem santos, talvez nem na Glória, pois os que já se foram NÃO MERECEM qualquer atenção e muito menos petição. Talvez creiam que a santidade só voltará ao Reino de Deus quando o próprio Senhor matar todo mundo e resgatar somente um pequeno rebanho, talvez os 144.000 da heresia testemunha-de-Jeová. É por isso que já há consenso na ideia de que o ‘Cristianismo Autêntico’ de CS Lewis está moribundo, com seus dias contados, e será justamente isso que acelerará a volta de Jesus.

Se esta geração má e corrupta não se rende a Jesus, se as igrejas se transformaram em pocilgas reais e virtuais, se os que deveriam guiar cegos também perderam a visão, e se cada alma agora se sente perfumada no meio da lama, o apelo dos santos medievais está mais do que atual, e o carmelo canta os hinos da parusia, como o “hei de ver meu Redentor”. Então um aviso e um conselho estão presentes aqui, nas entrelinhas. Quem tem ouvidos de ouvir, que os ouça. Buscai o Senhor, enquanto se pode achar. Maranata!

 

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Moças evangélicas engravidam antes de casar (II)

A maior e mais “benquista” prova de que a depravação total já avançou neste mundo muito além do que supunha o mais pervertido Don Juan, é a frequência com que se encontram moças crentes grávidas antes do casamento.

A onda erotizante, agora globalizada, está aí, a todo vapor. Ninguém mais tem qualquer dúvida a respeito. Se alguns de nós nunca foram levados por ela, então escapamos por um verdadeiro milagre! E pior, toda a parafernália religiosa em uso por esta geração hipócrita está a plenos pulmões, enganando e sendo enganada por todo o mundo, e ninguém dá o menor sinal de que esteja entendendo a célere supressão da Moralidade, como se esta tivesse sido a grande vilã da História contra a felicidade humana.

Para não nos alongarmos em um filosofar místico religioso, o maior exemplo que temos em mãos é a frequência com que as chamadas moças “evangélicas” se casam já grávidas, e sem que qualquer drama de consciência esteja envolvido (nem nela nem na família), como se todo apelo de Deus pela santidade mostrado nas Escrituras não passasse de invenção humana, e como se algum humano quisesse ser santo ou de fato quisesse encontrar mulheres santas na Terra!

O exemplo mais eloquente e bombástico desses últimos meses vem de uma “família famosa” da Televisão brasileira, cujo próprio pai a “satirizou” – para não dizer censurou – em público, como o leitor pode conferir clicando NESTE link. Na verdade, sendo Sílvio Santos um judeu da velha tradição da Fraternidade Ofertante do Novo Templo, não é nenhum espanto ver ele se comportar dessa forma, pois para ninguém – de juízo moral sadio – é razoável suprimir a doutrina para encaixar almas que desobedecem a Deus, mesmo uma que uma destas seja filha biológica dele.

O nó cego desta questão fica explícito no fato de que ninguém mais – sobretudo gente desta geração perversa e corrupta – vê pecado algum no sexo, seja que sexo for, como se Deus nunca tivesse usado sua inteligência para criar um universo onde leis e regras existissem, ou onde estas pudessem ser negligenciadas sem qualquer efeito temporal ou atemporal! Noutras palavras, vive-se a vida sem que nenhuma lei exista e muito menos um Legislador, e gozam-se dos prazeres sem que nenhuma regra de bom funcionamento seja respeitada ou mesmo conhecida, não importando o quanto a dita Ciência tenha evoluído das cavernas aos computadores: a ignorância da Ciência quanto ao sexo beira a insanidade, e nem mesmo as incontáveis doenças sexuais (DSTs) sugerem algo errado no seu funcionamento ou algo doentio na sua repetição, e assim a Humanidade inteira reservou uma “terra sem lei” para o sexo, separado de tudo o mais da vida e da sobrevivência.

E a coisa se dá mais ou menos assim: a Ciência moderna diz que comer é bom; comer demais é perigoso. Beber faz bem; beber demais faz mal, tanto para o indivíduo quanto para a sociedade. Já no caso do sexo, a Ciência atual diz que sexo é bom, sexo é saúde, e sexo demais faz bem, tanto para o indivíduo quanto para a sociedade! Ou seja: para o sexo nada há a condenar, não há perigo algum, não há excesso algum, não há vergonha alguma, enfim, tudo é válido, seja em que circunstância for, seja em que estado civil for, seja em que idade for, seja – e nisto todos concordam – em gênero, número e grau! (Quem lê entenda).

Assim sendo e com efeito, não há mais motivo algum para espanto algum com coisa alguma, e por isso as notícias sobre fatos e ‘causos’ sexuais não impressionam mais ninguém, e então as piores sacanagens – do sadismo à suruba – divulgadas como ocorrendo na nossa vizinhança, nos ambientes acadêmicos, nas melhores famílias de Londres e até na nossa própria família em nada desabonam o nosso bom nome e nem o sobrenome de ninguém, e assim todos nós ficamos como que “irmanados na baixeza” e protegidos pela sujeira uns dos outros!

Não é à-toa que um judeu da velha Tradição Fraterna, chefe de uma família benquista no país inteiro e zeloso de suas crenças mais íntimas, se vê obrigado a engolir a hipocrisia de um “cristianismo água-com-açúcar”, já vendido ao mundanismo e eivado de imoralidades, e onde sua própria filha desfila uma religiosidade superficial e jamais cumpridora da Torah, ou mesmo dos 10 Mandamentos do Senhor.

Finalmente, nem há necessidade de uma frequência rotineira aos modernos templos evangélicos de hoje para ver a quantas anda a moral cristã na dissimulada vigilância dos pastores, quando eles mesmos “fecham os olhos” à indecência de suas filhas e sobrinhas, ou quando não estão eles próprios implicados na impureza e escondendo coisas que terminariam por validar a indecência de suas filhas e jovens da igreja. Pior: neste tresloucado quadro da imoralidade pós-moderna, moças evangélicas casarem já grávidas nem chega a ser o maior absurdo, quando a igreja inteira abandonou a instrução bíblica há décadas sem conta, dando lugar ao inimigo que ruge em derredor. Um horror. Se alguma admoestação pode ser indicada para atender este estado de coisas, talvez somente Jesus pudesse sentir de novo seu velho drama e gritar: “Eli Eli Lamá Sabactani!”…

 

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Gravidez sem pai nem mãe: a Ciência do inimigo quer dispensar Deus!

No limiar de uma era completamente tresloucada, moral e espiritualmente, onde a gravidez sempre aparece antes do casamento, ela parece estar com seus dias contados até como sistema natural da procriação humana!

Não é de hoje que dizemos que já entramos na “Era do antiCristo” e que todo o espetáculo deprimente desses dias configura precisamente o que o inimigo de Deus deseja para este planeta, a saber, a reinauguração de uma nova Sodoma (cidade destruída pela ira de Deus que se levanta contra a depravação moral da alma humana) e a instauração de um governo único, centralizado e totalitário, onde todas as ordens emanem de um só cérebro, o cérebro de Lúcifer.

Neste mesmo sentido, a intenção do inimigo é, pela degeneração moral do gênero humano, promover uma anarquia sociopolítica generalizada, na qual nenhuma instrução do Evangelho sobreviva, pondo fim definitivo ao Cristianismo e à salvação das almas. E tudo indica que o ponto culminante dessa obra macabra seria, dentro da depravação sexual reinante, eliminar a concepção natural de seres humanos, impedindo que nasçam bebês pela via normal e fazendo aparecer seres híbridos, ora nascidos sem participação da mulher e muito menos do homem, ora gerados em laboratório (podendo estes serem até mesmo extraterrestres, como o fenômeno das abduções tem provado). Enfim, é este o ponto que trataremos neste artigo. Senão vejamos.

Até há alguns anos atrás, a Ciência falava na forte possibilidade de que mulheres gerassem filhos com outras mulheres, ou melhor, que seres humanos sadios poderiam nascer de malabarismos genéticos feitos apenas com óvulos, isto é, dispensando qualquer esperma (veja como era este tipo de notícia tomando ESTE link como exemplo) e, por óbvio, decretando o verdadeiro e tão sonhado “crepúsculo do macho”, como desejo secreto de satanás contra a primeira obra humana de Deus.

Isto posto, não podemos negar que até mesmo nós, enquanto alunos no Seminário Instituto Teológico Pastoral da Arquidiocese de Fortaleza, ficamos meio atônitos (para não dizer em pânico) quando nossa mestra de Cristologia nas Cartas Paulinas veio defender, em plena sala de aula, que os homens são dispensáveis, e que daqui há algumas décadas, o planeta inteiro seria habitado apenas por mulheres! (Bem que elas mereciam isto!).

Até chegamos a concordar, por nossa própria experiência sentimental, que os homens pós-modernos se tornaram tão bestiais e animalescos, uma verdadeira marionete erotizada e abestalhada pela influência da Mídia, que talvez por isso eles merecessem mesmo uma extinção indolor, pensando apenas pragmaticamente do lado das mulheres e das feministas. Pois bem.

Ora, caro leitor. Não imagina o amigo que agora, recentemente, entre o 1º e o vigésimo dia deste último setembro (2016), pesquisadores científicos têm praticamente divulgado a mesma notícia, só que dispensando também a mulher, já que células comuns (e não apenas óvulos e esperma) foram utilizadas com sucesso em animais de laboratório! E pior, a nota nem dá conta do sucesso no fabrico de úteros artificiais, faltando experimentar apenas uma gravidez completa num útero artificial implantado numa mulher SEM útero.

Eita amigo! “O mundão tá mesmo doidão!”. Ora, meu prezado: a Humanidade decaída sempre quis dispensar Deus em todos os seus planos secretos; depois dispensaram o Homem, pérola primeira da criação edênica; depois dispensaram a Mulher, adorno de todos os deuses; mas agora, com tudo construído com tecnologia infernal, dispensaram até o útero, único lugar onde uma vida humana nasceria sem complicações, lembrando os planos do ‘Grande Macróbio’ que CS Lewis descreveu em “Aquela Força Medonha”.

Ufa! Este é mesmo um momento terrível e diabólico! E que nos leva a pensar: o que será a Humanidade do futuro, digamos, daqui a uns 100 anos (se Jesus já não tiver voltado!), quando todos os homens e mulheres tiverem sido fragorosamente substituídos, não por máquinas apenas, mas por gente nascida de “symbiosis pluricelulares” e processos bioquímicos manipulados por demônios? Você se lembra de Alcasan? Ora, ali estava uma primeira profecia lewisiana desta realidade, que os “cientistas” da época ainda não tinham como “melhorar”: ali ainda foi preciso preservar uma “cabeça viva”! Porém, para os demiurgos, cabeça humana é lixo, e por isso o exército de satanás na época da Grande Tribulação será muito mais terrível, pois nem poderá ser descrito como máquinas nem como gente, embora seja ambas as coisas ao mesmo tempo e nenhuma delas! Enfim, com quem de fato a Humanidade lutará naquela nova idade das trevas? Cruz credo!

 

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Moças evangélicas também engravidam antes de casar

A maior e mais “benquista” prova de que a depravação total já avançou neste mundo muito além do que supunha o mais pervertido Don Juan, é a frequência com que se encontram moças crentes grávidas antes do casamento.

mocas-crentes-casando-gravidasA onda erotizante, agora globalizada, está aí, a todo vapor. Ninguém mais tem qualquer dúvida a respeito. Se alguns de nós nunca foram levados por ela, então vivenciamos um milagre! E pior, toda a parafernália religiosa em uso por esta geração hipócrita está a pleno vapor, enganando e sendo enganada por todo o mundo, e ninguém dá o menor sinal de que esteja entendendo a flagrante supressão da Moralidade, como se esta tivesse sido a grande vilã da chamada “História de Deus contra a felicidade humana”.

Para não nos alongarmos em um filosofar místico religioso, o maior exemplo que temos em mãos é a frequência com que as chamadas moças “evangélicas” se casam já grávidas, e sem que aparentemente nenhum drama de consciência esteja envolvido (nem nela nem na família), como se todo apelo de Deus pela santidade mostrado nas Escrituras não passasse de invenção humana, e como se algum humano quisesse ser santo ou de fato quisesse encontrar mulheres santas na Terra!

O exemplo mais eloquente e bombástico desses últimos meses vem de uma “famosa” da Televisão brasileira, cujo próprio pai a “satirizou” (para não dizer censurou) em público, como o leitor pode conferir clicando NESTE link. Na verdade, sendo Sílvio Santos um judeu da velha tradição da “Fraternidade Ofertante do Novo Templo”, não é nenhum espanto ver ele se comportar dessa forma, pois para ninguém – de juízo moral sadio – é razoável suprimir a doutrina para “encaixar” almas que desobedecem a Deus, mesmo uma que sua própria filha biológica.

patricia-abravanel-gravidaO exemplo é citado tão somente porque se trata de personagens bem conhecidos do Brasil e do mundo, e a partir dele se pode imaginar o tamanho do “rombo”, ou seja, a quantidade absurda de moças crentes que transam antes de casar, e casam depois de engravidar. E então uma pergunta eclode aos berros em nossos ouvidos: “o que aconteceu para que tantas moças cristãs, ligadas ao discipulado da Palavra de Deus, tomassem o rumo errado em sua consciência espiritual, cedendo aos impulsos de seus namorados ou seus próprios, desrespeitando a determinação de castidade pré-marital?”…

A única resposta já é nossa velha conhecida: sexo antes do casamento entre mundanos sempre houve, e nunca ninguém se espantou com isso (afinal, a Tentação erótica é a mais forte tentação chegada ao coração humano, e a única fonte moral contrária ao uso do sexo extramarital é a mente do próprio Deus, autor das Escrituras Sagradas). Todavia, quando uma geração inteira dá as costas para a instrução moral do Senhor e passa a desobedecê-LO sistematicamente, alguma coisa muito maligna se apoderou das consciências, e alguma outra fonte se intrometeu no processo e desviou as almas.

manipulacao-infantil-pela-tvTambém é resposta velha conhecida nossa, porque este Site “Casamento-a-Três” defende, com todas as provas reais possíveis que, inexoravelmente, foi a chegada da Televisão mundial que depravou o mundo e, além de “despertar” o instinto sexual das moças “mundanas decentes” (os homens nunca precisaram “despertar” seus instintos que já vinham depravados há milênios!), tornando a prática constante do sexo como coisa normal e até “aconselhável”, fez com que elas influenciassem, pelo carisma da maioria, até às moças crentes que, mais cedo ou mais tarde, tiveram que enfrentar os apelos de seus namorados para que transassem livremente, e até que se sentissem “justificadas” pelo amor prometido para um futuro casamento.

Ou seja: a massificação da depravação (sexo tido por normal e nudez sem qualquer pudor) em todos os 4 cantos do mundo, e a subreptícia influência da mídia imoral sobre a cabeça das jovens cristãs fez surgir esta geração atual, na qual a castidade é que aparece como “anormal” e até doentia. Isto tudo sem levar em conta os “avanços tecnológicos da depravação”, nesta era em que ANTES mesmo de namorar, as moças enviam “nudes” para rapazes com quem desejam namorar e o sexo sem freio virou a moeda de troca das mais variadas experiências, em cujo processo muitas vezes nem se pensa em casamento.

Com efeito, a coisa degenerou-se de tal modo que agora parece evidente que até a consciência moral das igrejas mudou, e mudou de ruim para péssima, ou de mal a pior, com os próprios pastores fazendo vista grossa e até condescendo (sobretudo nos casos em que as suas próprias filhas estão transando com seus namorados crentes), e isto quando eles mesmos não estão cometendo adultério e outros pecados da carne! Enfim, um inferno sodômico floresceu nesta geração, com a grande babilônia da Mídia de massas a comandá-lo e sem que nenhuma esperança de mudança se entreveja a curto ou médio prazos (a longo prazo somente a Volta de Jesus traria alguma mudança!).

maria-madalena-perdao-senhorO problema é que a Moral Divina é eterna e o próprio Jesus disse que a Sua Palavra jamais passaria ou seria extinta (Lucas 21,33), o que indica que Ele também nos chamou para a santidade e também detestava a imoralidade! Ou seja: que os cristãos ainda podem e DEVEM continuar encarando a Moral cristã como central na vontade de Deus, e, se por acaso a tiverem cumprindo, que continuem pregando a santidade como caminho para a salvação da Humanidade! (Hebreus 12,14). Se não a tiverem cumprindo, que fiquem calados(!), pois uma pregação sem testemunho de vida consagrada constitui o pecado da hipocrisia, um dos mais condenados por Jesus. Qualquer outra insinuação nesta conversa é terrena, animal e demoníaca, como Tiago se referiu a outros pecados da nossa raça (Tg 3,15).

Isto posto, o quadro atual não nos apresenta nenhum sinal de mudança ou melhora na postura moral da sociedade, e por isso nossa pregação parece sempre vazia e desvalorizada. Isto explica também porque a pregação sobre a volta de Jesus se tornou a grande “febre” pós-moderna, já que nenhuma igreja vê um bom resultado na luta contra a depravação e apenas segue atirando a esmo, ou às cegas, certa de não acertar o alvo da santidade em suas ovelhas. Aliás, os maus resultados são até proféticos, pois os tempos iriam mesmo trazer uma ressodomização do planeta e a Terra iria naufragar até o fundo do abismo, sem qualquer controle.

Enfim, só nos resta mesmo entrar na vida “em segredo” com Deus (Mateus 6,4-6) e cultivar hábitos puros, na inefável esperança dos santos e na gloriosa espera da volta do Rei, único que porá as coisas em ordem e separará os cabritos das ovelhas. As almas que tiverem conseguido, debaixo das duras penas da Tribulação, preservar-se e preservar bons hábitos aprendidos da Palavra de Deus, irão jubilosas para a glória de um “Paraíso Santo”, ao passo que os “surdos da depravação” irão para o lugar que sempre sonharam, a saber, o “paraíso insípido”.

 

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A que deus as pessoas pensam que estão enganando?

Temos visto tanta estrambolice e tantas manifestações tresloucadas de “espiritualidade”, que chegamos a crer piamente como CS Lewis acreditava: “As pessoas prestam culto a um deus imaginário”…

voce-esta-enganando-quem-06Os exemplos não faltam. Os casos se multiplicam. Porém, por razões de “proteção” das testemunhas, não será aconselhável para nós desfilar nomes aqui, até mesmo por ser nossa “denúncia” independente das (e até prejudicada pelas) pessoas que lhe são protagonistas, tal como é uma idiotice e uma injustiça condenar uma atitude correta porque a pessoa que a tomou foi, outrora, um “desqualificado”, na atual visão de seu pseudo “avaliador”.

Estamos nos referindo ao fato de uma personagem famosa do mundo artístico vir a público e dizer uma sandice em relação a Deus, isto é, tratando Deus como se Ele fosse um idiota e recebesse as intenções humanas com a maior cara-de-pau, engolindo tudo calado e não sentindo a fedentina que sobe do inferno. Ou melhor, considerando Deus um espírito puríssimo de elevada honra e vontade inabalável expressada com todos os pingos nos “is”, a figura pública julga estar se comportando como se Deus desse a ela um lugar especial, ou um “foro privilegiado”, onde os atos dela não fossem pecados por ela ser “a última coca-cola no deserto”, ou por ser o inimputável “figurão” que é! Pode? Pois bem.

Todavia e com efeito, uma pessoa teremos que nomear aqui, sem nenhuma intenção de feri-la ou de denegrir a sua já tão frágil imagem pessoal, desde que se disse “convertida a Jesus” mas a expressar o oposto de uma conversão legítima, que todo cristão conhece bem. O oposto da conversão aqui é o fato de, após revelar ter-se entregado a Jesus, a figura em questão manteve-se (sem qualquer alteração aparente) na vida desregrada, comandando programas sexuais pernósticos – ou programas que tratam de sexo livre – e pior, jamais definindo sua própria sexualidade como algo “sadio” aos olhos de Deus, a saber, como se o Criador tivesse cometido um erro na Criação e tivesse deixado muitos sexos dependerem de apenas dois sistemas (o masculino e o feminino), como se o Onipotente não tivesse podido “inventar” outros sistemas para que cada tendência tivesse seu próprio instrumento material de realização. Explico:

bruxa-apela-ao-arco-irisOs defensores da “homoafetividade” dizem que neste planeta existem pelo menos 11 (onze) sexos fervilhando na alma humana, os quais seriam mais ou menos os seguintes:

  • Homem que só transa com mulher (hetero clássico);
  • Mulher que só transa com homem (hetero clássica);
  • Homem que transa com homem e com mulher (bissexual masculino);
  • Mulher que transa com homem e com mulher (bissexual feminino);
  • Homem que só transa com homem de modo passivo (homo clássico);
  • Homem que transa com homem de modo passivo e ativo (homo complexo);
  • Mulher que só transa com mulher de modo passivo (homo clássico);
  • Mulher que transa com mulher de modo passivo e ativo (homo complexo);
  • Homem que não definiu seu sexo e transa com qualquer pessoa que amar, seja como ativo ou passivo (transexual masculino);
  • Mulher que não definiu seu sexo e transa com qualquer pessoa que amar, seja como ativa ou passiva (transexual feminino);
  • Hermafrodita que transa com qualquer pessoa que amar, seja como ativo ou passivo.

OBS.: Lembrar que todos eles, exceto os heteros clássicos, aceitam – e no íntimo procuram – sexo grupal ou coletivo, não vendo nessa prática nenhuma depravação, pelo contrário, crendo que constitui de fato o sexo original dos libertinos históricos e também o sexo do futuro.

Ora; nesta atmosfera de equívoco ontológico primário, não era de admirar que a sociedade moderna, conquanto atiçada pela mídia imoral, mergulhasse de corpo e alma na depravação e na perversão da antropologia divina no Homem, causando a este um grande estrago psíquico estrutural que danificasse a mente e o corpo de nossa raça! Na Era das Comunicações – que na prática significa a Era da Propagação do Pecado – todas as almas seriam afetadas pela onda erotizante da Mídia (entronizadora da propaganda erótica comercial), exceto se tivessem sido regiamente preparadas para enxergar a cilada ANTES de ela bater-lhe à porta, como fazem os soldados antes de pisar em campo minado. Porém tal não foi feito, e as almas caíram feito patinhos, levados pelo cheiro da pata-mãe.

monique-evans-com-decote-e-sardasUma das patas-mães de nossa geração brasilis é esta senhora chamada “Monique Evans”, cuja vida constitui um desfilar de agravos à santidade de Deus, mesmo quando ela, no auge na emotividade barata dos protestantes, se disse entregar a Jesus e testemunhar sua “conversão” ao mundo, sobretudo ao mundo artístico, de onde ela veio após décadas de sacanagem, incluindo até filmes pornôs. Assim, pasmem os senhores que esta senhora, após anos de programação erótica na TV aberta, chocou a todos os seus irmãos em Cristo ao revelar que estava namorando outra mulher, e pior, “com a aprovação de Deus”, como se o Santo dos santos tivesse qualquer dúvida quanto ao dois sexos que Ele mesmo criou, para a união santa entre marido e mulher cristãos! Pode? Pois pode crer, foi isso mesmo que contou uma recente reportagem do Yahoo Entretenimento (o leitor pode conferir NESTE link).

Enfim, como a tal senhora diz ter pedido a Deus “um homem fiel e Ele mandou uma mulher” (anátema satanás!), não há outra pergunta a fazer a não ser esta: A QUE ESPÉCIE DE DEUS esta senhora vinha orando? Ou “QUAL” deus a atenderia nesta oração infernal? Deixo a resposta em suspenso para que o próprio leitor chegue a ela com o auxílio da Palavra de Deus.

Finalmente, tudo o que tratamos aqui mostra o quadro atual do mundo e o nível de degeneração a que esta Humanidade chegou, quando uma suposta crente vem dizer, em alto e bom som, que seu “deus” – seu falso Jesus – lhe enviou uma mulher para suas noites de sexo, sem qualquer sinal de arrependimento ou mesmo questionamento, pois ela nem sequer percebeu aonde caiu, mesmo com toda a luz do Caminho que Cristo já a havia mostrado, enquanto esteve frequentando a igreja evangélica (Deus sabe como: o caso lembra Hebreus 6,4-8). O que podemos nós fazer diante deste quadro assustador em que estamos inseridos? (“Sai dela povo meu!”). Resta-nos procurar seguir as recomendações bíblicas da caridade e da santidade, aquelas que expulsam demônios, aquelas da prática do jejum e da oração.

 

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A Moral Cristã é interdenominacional e ecumênica

No funcionamento de um Site de relacionamento amoroso cristão, a noção de que o ponto-chave que une toda a cristandade é a Moral, e não qualquer outro, capacita esta Agência a orientar para o Matrimônio tanto evangélicos quanto católicos.

ecumenismo-03Ainda persiste hoje em dia o velho problema do preconceito (melhor seria grafar “pré-conceito”) em todo empreendimento que pretenda servir ao próximo engajado em qualquer ramo do Cristianismo, e esta imaturidade espiritual infelizmente é a regra geral encontrada nesta geração perdida, na qual nem mesmo aqueles que já ouviram bem a Palavra de Deus conseguem discernir a voz do Espírito Santo a chamar a todos para a unidade e a espiritualidade, seja qual for a bandeira eclesial envolvida.

Dentre as vítimas de tal preconceito, este Site não é a exceção, e qualquer cristão que tenha tentado realizar uma obra interdenominacional e ecumênica (veja um exemplo AQUI chamado “Falando sério do amor de Deus” e o programa “Paz e Amor” da TV Diário), sentiu na pele o tamanho de uma ferida que só Jesus Cristo curará. Porém há uma pedra de toque muito poderosa a gerir esta equação ingrata, e ela se evidencia DENTRO de cada igreja local, em particular aquelas que já fecharam questão doutrinária contra um dos dois grandes ramos do Cristianismo.

Refiro-me ao fato de que, em cada igreja local, os líderes (seja padre ou pastor) estão às voltas com o mesmo problema anticristão, a saber, o de como formar um exército de crentes moralizados, cultos e santificados, que estejam, com suas vidas inteiras, a honrar o bom nome do Evangelho, ao invés de o estarem maculando às vistas de uma sociedade que cobra cada vez mais a santidade e a coerência de quem se diz seguidor de Cristo! Parece que todos nós, confessamente, estamos envergonhados com o nosso mau testemunho…

log-do-ca3-para-vinheta-2Neste mister, precisamente, é que este artigo vem pontuar a espinha dorsal do trabalho deste Site, em cuja política básica está a santificação da Humanidade para a plena comunhão com Cristo, ficando tudo o mais descartado de nossas diretrizes, as quais não fazem a menor questão de angariar a simpatia de quem não deseja botar a Moral cristã em prática, tanto em sua igreja quanto em sua vida particular (e sobretudo nesta, onde o candidato quer se utilizar das “facilidades” de um Site como o “Casamento-a-Três” para encontrar uma namorada decente)…

Porquanto, uma verdade precisa ser dita, imediatamente: Nós não buscamos quorum! Não buscamos IBOPE. Não somos partido político nem torcida organizada, que quanto mais gente entrar melhor! Pelo contrário, temos plena consciência de que a quantidade sempre põe em risco a qualidade, e o que Deus quer em seu reino não é uma multidão de gente descomprometida, falsa, e que se aproximou dEle pela comida que perece, e não por aquela que subsiste para sempre! (João 6,27).

Isto pressupõe que nossos afiliados, chamados “Pretendentes”, não se apressem por participar de nenhuma das nossas “ferramentas de aproximar futuros cônjuges”, enquanto não tiverem dado, em suas vidas particulares, sinais evidentes de bom testemunho, sendo, muito antes de entrar aqui, almas de bom caráter a procurar almas de bom caráter, visando formar um futuro casal cristão autêntico, alegrando a Deus e gerando uma família honrada e prolífera (prolífera tanto nos filhos quanto nos frutos espirituais!).

eat-log-animado-2E aqui é que cabe repetir o nosso aviso na aba lateral direita: se seu caso é procurar religião, ou se o seu assunto é doutrina religiosa, então você procurou o Site errado, e seu destino deve ser clicar no link da EAT (“Escola de Aprofundamento Teológico”) e ali encontrará o que estava procurando. E prometemos que nossa Escola não lhe decepcionará, pois ela cumpre o fiel desígnio de ensinar a Teologia com máxima profundidade, fazendo seus alunos enxergarem muito além da letra que mata, entendendo todo o espírito que vivifica. Outra opção seria também clicar em links que nossa Escola recomenda, como este AQUI, e este outro AQUI; ali então poderá aprender bastante e até depois comparar nosso corpo doutrinário com o de sua igreja.

Pior: Se seu caso é procurar sexo ou libertinagem, então você errou feio, e nem é preciso dizer COMO errou, porque a defesa intransigente da Moral cristã e da santidade das almas traduz, por si mesma, a missão deste Site e seu legítimo desiderato. Enfim e aliás, é tão fácil achar sites e “agências” despudoradas, que até se proclamam servir aos interesses libidinosos de quem quer sexo, que nem chegamos a acreditar que alguém procure o “Casamento-a-Três” para vislumbrar uma transa ali na esquina! Longe de nós tal desgraça! Ponto.

ecumenismo-02Ora. Nossa missão de constituir um endereço eletrônico onde solteiros e solteiras consagrados possam se encontrar para descobrir, sem pressa e com toda a paciência de Jó, o objetivo comum na vida (de, no futuro, a médio ou longo prazos, serem também pais e mães responsáveis pelas próximas gerações, ajudando-as a aprimorar e aumentar os exércitos de Cristo), é a única motivação que nos move! E é evidente, para qualquer cristão, que tal missão jamais seria exitosa se a Moral cristã não fosse o pré-requisito peremptório em todas as nossas políticas, bem como se não fosse a base e a meta maior na vida pessoal de cada Pretendente!

Aqui é crucial e vital nos lembrarmos de que, noutros serviços de utilidade pública, as milhares de denominações cristãs trabalham juntas sem problema, como no caso de grandes passeatas realizadas contra a legalização do aborto ou da maconha, ou mesmo contra a corrupção no Governo; e naquelas ocasiões, veem-se juntos na mesma praça e unidos pelo mesmo ideal, até mesmo padres e pastores em nome da Moral cristã, que é, como dissemos, o grande “elo de comunhão” de toda a família de Deus na Terra. Não é raro ver ali padres e pastores dando as mãos, orando juntos e cantando hinos sacros e gritando palavras de ordem. Tudo em nome da Moral e dos bons costumes!

livro-abortoÉ por isso que mais de 90% de nossas atividades se concentram na instrução da Moral Sexual (que é parte da Moral cristã), conforme ensinaram mestres como CS Lewis, Basilea Schlink, Walter Kaschel, Tim e Beverly LaHaye, Charles R. Swindoll, R. C. Sproul (e tantos outros) e até o Novo Catecismo da Igreja Católica. Isto por quê? Porque estão todos eles unânimes em eleger a Moral cristã como a única via da conversão genuína, pois sem o arrependimento e o abandono dos vícios, ninguém verá o Senhor (Hebreus 12,14: o StudioJVS prepara um vídeo sobre esta passagem bíblica – em breve comunicaremos aos leitores e inscritos deste Site).

Finalmente, agora conscientizados de que o caráter moralizador de nosso Site é também o dever precípuo de todas as denominações cristãs, a equipe mentora e organizadora do Casamento-a-Três se sente “orgulhosa” de constituir um auxílio importante nessa luta, bem como se sente irmanada com toda a massa de líderes e ministros religiosos de todos os credos, à parte nossas crenças individuais professadas em nossas igrejas. Se este exemplo vívido de união em Cristo e na Moral cristã for merecedor da alegria de Deus, nos sentiremos mui felizes por colaborar para que as diferenças que dividem o corpo de Cristo sejam reduzidas, até que todos cheguemos à estatura de Cristo e à Perfeita União de Amor desejada por nosso Deus-pai! Amém.

 

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